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Como podíamos imaginar: estudo afirma que não sair do celular piora o sono

Você sabe dizer quantas vezes desbloqueia seu celular durante o dia? A ação se tornou um hábito, já é quase fisiológico, mas é bom começar a prestar atenção. A longa exposição às telas de smartphones está associada a pior qualidade de sono, de acordo com estudo publicado nesta quarta-feira (9), na revista PLOS. 

Matthew Christensen, da Universidade da Califórnia, em São Francisco (EUA), afirma que não há como negar que os celulares estão cada vez mais fazendo parte da rotina, mas que faltavam estudos para descobrir quais são os efeitos do uso constante no sono.

Já imaginávamos que o resultado não seria positivo, mas para descobrir ao certo, Christensen e sua equipe analisaram dados de 653 voluntários americanos durante um mês.

Os voluntários instalaram um aplicativo no celular que registrava o tempo em que a tela ficou ativada e definia por quantos minutos a tela brilhou em cada hora. Além disso, os cientistas também gravaram a noite de cada pessoa e registraram a qualidade do sono a cada noite.

Com os resultados, pesquisadores descobriram que cada participante totalizou, em média, 38,4 horas com o celular ativado durante trinta dias, com os smartphones sendo ativados por 3,7 minutos, em média, a cada hora.

Relacionando o tempo no celular com a qualidade de sono de cada voluntário, os cientistas confirmaram que os que passam mais tempo na tela do celular tem as piores taxas de qualidade de sono, principalmente aqueles que checam os smartphones antes de dormir.

Pois é, dar mais uma olhadinha nas redes sociais antes de fechar os olhos não te ajudará em nada.

Os autores afirmaram que o objetivo inicial do estudo era medir a exposição aos smartphones e a atenção foi voltada ao sono quando notaram as associações de "causa e efeito".

Então, tente desapegar um pouco do celular e, principalmente, evite mexer nele antes de dormir, o uso afeta negativamente o sono. Segundo os cientistas, o sono ruim afeta a saúde e está associado a doenças como obesidade, diabetes e depressão.                (UOL)                     Brasil    Principal

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