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Teleférico de Barbalha pretende acelerar o turismo e a economia

As obras da primeira etapa do Teleférico de Barbalha tiveram mais um avanço. Na última semana, uma das torres para a sustentação do cabeamento do empreendimento foi montada. A previsão total da conclusão do equipamento é outubro de 2017. De acordo com as secretarias das Cidades e do Meio Ambiente, a estrutura, que terá capacidade para transportar até 660 pessoas por hora, tem como intuito acelerar o turismo local e oportunizar o crescimento econômico.

O percurso de 550 metros, a uma altura aproximada de 150 metros, vai da Vila do Caldas ao Mirante do Cruzeiro na Floresta Nacional do Araripe (Flona). O acesso ao ponto inicial se dará pela Rua Daniel Cordeiro das Neves ao Hotel Balneário e a Estação de Partida, que estão em reconstrução desde setembro.

Primeira torre de sustentação do cabeamento foi
montada na última semana, na Vila do Caldas
 
Lá, além do resgate das características arquitetônicas,abrigará a bilheteria, salão de exposição, café e centro administrativo do teleférico.

Já o desembarque será construído na FLONA, com espaço para contemplação,observatório, mirante e passarela. O projeto também contará com borboletário, bromeliário e viveiro de mudas. Orçado em R$ 14 milhões, durante o percurso será possível contemplar o Vale do Salamanca, Centro Histórico de Barbalha, além de permitir uma vista privilegiada da encosta da Chapada do Araripe.

Segundo o secretário adjunto das Cidades, Quintino Vieira, o teleférico é o primeiro em todo o Ceará. “É uma obra que trará emprego e renda para a população,não só de Barbalha, mas de todo o Cariri, pois é um equipamento voltado para um turismo ecológico, fazendo com que seja aproveitada toda a área de lazer da Serra do Araripe”, destaca. 

Impactos ambientais. 
O projeto foi concebido de maneira a ter o mínimo de impacto no ambiente na-
tural, aproveitando os espaços de trilhas já existentes e terrenos descampados. 

Em dezembro 2015, uma audiência pública encabeçada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) explicou quais os impactos ambientais provocado pela obra.

De acordo com o superintendente da Semace, Ricardo Araújo, a realização da audiência pública foi uma das etapas exigidas pela legislação ambiental. Na época, Antônio de Luna, secretário de Cultura e Turismo de Barbalha, disse que o instrumento alavancará, ainda mais, o turismo de toda região. “O Caldas vai se tornar, no meu ponto de vista, um grande centro atrativo,não só na questão do turismo,como também na cultura, trabalho e desenvolvimento sustentável”, enfatiza.                  (Jornal do Cariri)

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