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Pacientes que precisam de assistência cardiovascular e torácica no Estado podem ficar sem atendimento

Pouco mais de 24 horas após o anúncio do fim do atendimento a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) através do Instituto do Câncer do Ceará (ICC), outras unidades de saúde da capital conveniadas ameaçam tomar a mesma decisão.
De acordo com o Sindicato dos Médicos do Ceará, dessa vez a situação também é registrada nos hospitais Prontocárdio, Batista Memorial e Antônio Prudente, em Fortaleza.
A medida atinge pacientes que precisam de assistência cardiovascular e torácica no Estado e foi anunciada pela direção do Hospital Dr. Carlos Alberto Studart Gomes (Hospital de Messejana) que, no último dia 15 de fevereiro, modificou os critérios para procedimentos realizados na referida rede conveniada e revogou, unilateralmente, todos aqueles realizados de outubro 2016 a janeiro de 2017 pelos cirurgiões cardiovasculares e torácicos.
Tal medida rompe o contrato - vigente há 10 anos -, entre a Cooperativa dos Médicos Cirurgiões Cardiovasculares e Torácicos do Ceará (COOPCARDIO) e a Secretaria Estadual de Saúde (SESA), firmado com base em várias reuniões que culminaram, inclusive, com a assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), em dezembro de 2007.

Segundo os profissionais da COOPCARDIO, uma média de 500 pacientes cirúrgicos foram atendidos, por ano, na rede conveniada – hospitais Prontocárdio, Batista Memorial e Antônio Prudente –, por 14 cirurgiões cardiovasculares e torácicos. Tais serviços prestados assistiam pacientes que ultrapassavam a demanda de atendimento dos Hospitais de Messejana e Universitário Walter Cantídio (HUWC).
Agora, com o fim do convênio, tal demanda deve ficar desassistida e os cirurgiões cardiovasculares e torácicos do Hospital de Messejana também devem paralisar as atividades, a partir do dia 1º de março.

Na última segunda-feira (20), o Sindicato dos Médicos do Ceará enviou ofício, à SESA e à Direção do Hospital de Messejana, solicitando reunião para tratar sobre o assunto, que pode implicar no agravamento da situação da Saúde Pública no Estado e, até o presente momento, não obteve retorno.          (Ceará News7)

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