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Venda de veículos salta 8,5% no Ceará

O mercado reagiu às novas medidas do governo e já o resultados já estão aparecendo, garantiu Fernando Pontes, presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores no Ceará (Fenabrave-CE). A instituição registrou um crescimento de 8,59% nas vendas de veículos novos em novembro, ante o mês de outubro. O relatório local indica uma elevação percentual maior do que a apresentada pelo cenário nacional. A média brasileira avançou 4,39%, considerando o mesmo período do ano.

No Brasil, entre carros de passeio, utilitários leves – como picapes e vans –, caminhões e ônibus, foram emplacadas 204,2 mil unidades em novembro, representando uma alta discreta de 0,66% ante outubro.

Do total, o Nordeste é responsável por 14,16% das unidades, garantindo o posto de terceira região em quantidade de veículos emplacados em novembro. Sudeste, com o acúmulo de 56,38%, e Sul, que somou 17,53% do desempenho nacional, ficaram na frente. Centro-oeste (7,89%) e Norte (4,04%) completam a lista.

Um dos motivos para essa melhora nos números, que vem acontecendo de forma leve e gradual desde julho, segundo Fernando Pontes, é a reposta que o mercado já está dando às novas medidas do Governo Federal, como as reformas Trabalhista e da Previdência.

“Isso (o resultado de novembro) é fruto dessas novas políticas do governo que já estão causando impacto no mercado, gerando novos empregos, dando renda ao consumidor, que já está criando uma nova expectativa de carro novo”, disse.
Segundo o presidente da Fenabrave-CE, a perspectiva para o fim do ano é de que o setor, no Estado, termine 2017 com um crescimento aproximado na faixa de 5% a 6%. E para manter essas estimativas positivas, um dos pontos importantes é reestruturar toda a cadeia responsável pela oferta, prejudicada pela crise econômica.

Análise
Mesmo que ainda recentes, Pontes garantiu que o setor de veículos já está se adaptando às novas medidas para fortalecer setores para conseguir atender a demanda que está sendo criada no fim de ano. “Essa crise nos prejudicou bastante, e tivemos momentos difíceis durante o ano, é verdade, mas já estamos nos reestruturando para atender a demanda nesse momento que já estamos sentido a recuperação”, afirmou Pontes, que ainda comentou que o setor deverá gerar empregos em breve.                        (Diário do Nordeste)

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