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Embates marcam reabertura da Câmara de Juazeiro

Embates marcam reabertura da Câmara de Juazeiro.
FOTO: Adriano Duarte
Os trabalhos legislativos da Câmara de vereadores de Juazeiro do Norte começaram em clima tenso. A primeira sessão ordinária de 2018 inciou na tarde desta terça-feira, dia 06, e perdurou até o turno da noite, e contou com discussão entre a presidência e o grupo de vereadores que tentam adiantar o processo para eleição da mesa diretora. Além da troca de acusações entre a vereadora Auricélia Bezerra e o seu par, Tarso Magno.

A eleição da Mesa Diretora ficou marcada para o dia 4 de dezembro, isso após um clima criado entre 16 vereadores que querem adiantar a eleição para presidência da mesa e o atual presidente Gledson Bezerra.  O projeto é capitaneado pelo vereador Darlan Lobo, que deve ser o novo presidente para o biênio 2019/2020.

A questão entre os dois grupos fica sobre a data para realização da eleição, no qual há pretensão de antecipar a data para o dia 10 de abril deste ano, ainda a ser decidido. Enquanto Darlan quer garantir a eleição com a maior brevidade, o presidente Gledson Bezerra disse que é inviável administrar com uma nova presidência posta e deve deixar a eleição para o fim do segundo semestre. Um parecer sobre a soberania entre presidência e maioria ampla dos vereadores deve decidir, na próxima quinta-feira, sobre para quando fica a eleição.

Ainda na sessão desta terça-feira, a vereadora Auricélia usou a tribuna da Câmara para denunciar uma série de crimes que, segundo ela, teriam sido praticados pelo vereador Tarso. Ela apresentou em uma apresentação de slideshow, uma série de fotos de imóveis e documentos que indicariam sonegação, nepotismo e fraude fiscal.

Tarso por sua vez, disse que essa seria uma reação à denúncia que o vereador apresentou no final de 2017, em que Auricélia estaria envolvida em ação por favorecimento na contratação de uma ótica para prestar serviço ao município. O vereador também usou a tribuna e rebateu cada ponto apresentado pela vereadora Auricélia.


Os processos foram encaminhados para o Ministério Público Federal, Ministério Público Estadual, Receita Federal e Tribunal Regional Eleitoral (TRE).               (Portal Badalo.com.br)

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