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Produção industrial do Ceará cresce 2,4% em março, diz IBGE

Produção industrial do Ceará cresce 2,4% em março,
diz IBGE. FOTO: Kiko Silva

A produção industrial do Ceará registrou crescimento de 2,4% em março na comparação com o mesmo mês do ano passado, na série sem ajuste sazonal. É o que revela a Pesquisa Industrial Mensal divulgada nesta quarta-feira (09) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado ficou acima do patamar nacional, que avançou 1,3% na mesma base de comparação. Dos 15 locais pesquisados, apenas seis, incluindo o Ceará, apresentaram variações positivas.

Já na comparação entre março e fevereiro deste ano, a produção industrial cearense registrou leve queda de 0,2%. Ainda assim, foi a menor queda observada nessa edição do levantamento.

Em todo o País, a produção fabril recuou em oito dos 15 locais pesquisados pelo IBGE de fevereiro para março deste ano. A principal queda ocorreu na Bahia (-4,5%), seguida por Rio de Janeiro (-3,7%) e pela Região Nordeste (-3,6%).

Outros locais com diminuição na produção de fevereiro para março foram: Santa Catarina (-1,2%), Rio Grande do Sul (-0,9%), Paraná (-0,9%), Minas Gerais (-0,5%) e o Ceará (-0,2%).

Principal queda ocorreu na Bahia (-4,5%), seguida pelo Rio de Janeiro (-3,7%) e Região Nordeste (-3,6%).

Sete estados tiveram alta na produção: Pará (9%), Mato Grosso (4,7%), Espírito Santo (2,8%), Amazonas (2,6%), São Paulo (2%), Goiás (1,2%) e Pernambuco (0,2%).

Na comparação com março de 2017, oito locais acusaram queda (com destaque para Bahia: -5,3%) e sete tiveram alta. No Amazonas, o avanço foi de 24,3%.

Acumulados

Já nos acumulados do ano e de 12 meses, houve mais alta do que queda. No acumulado do ano, houve crescimentos em dez locais, inclusive, no Amazonas, com alta de 24,4%, e recuos em cinco locais. No Espírito Santo, -6%.

No acumulado de 12 meses, onze locais acusaram alta. O melhor resultado foi obtido pelo Pará: expansão de 10,1%. Quatro locais apresentaram queda na produção. O pior resultado ocorreu em Pernambuco: -2%.                    (Diário do Nordeste)

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