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Servidores de Caririaçu podem entrar em greve na próxima terça-feira (15)

Reunião entre representantes da administração municipal de Caririaçu e membros do SINDSMCAR. FOTO: Reprodução-Redes sociais

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Caririaçu (SINDSMCAR) publicou edital de convocação agendando uma assembleia geral extraordinária para a próxima terça-feira (15). Na pauta, a discussão, avaliação e deliberação sobre a deflagração de greve no serviço público municipal.

De acordo com o sindicato, o governo municipal não está cumprindo a norma contida no artigo 40 da lei municipal 565/2013 que versa sobre benefícios dos profissionais efetivos de Caririaçu.

Em entrevista ao blog do Boa, o presidente do SINDSMCAR, Orlando Soares Bezerra, os servidores buscam negociar com o Poder Executivo a progressão horizontal. "Desde 2016 que estamos pleiteando nossos direitos, mas falta entendimento com a gestão municipal", reclamou o professor.

Orlando destacou também que "(...) é constitucional o direito a um acréscimo de 2,5% no valor do salário a cada três anos, conforme prevê os artigos 38, 39 e 40 do nosso PCCR [Plano de Cargos Carreiras e Remunerações](...)", ponderou.

Depois de meses sem propostas da administração municipal, segundo o sindicato, na manhã dessa quarta-feira (9), aconteceu uma reunião nas dependências da secretaria Municipal de Educação, com representantes da administração e representantes do SINDSMCAR.

A proposta apresentada pela administração é que o percentual de 2,5%, pretendido pelo sindicato, seja dividido em duas partes. Primeiro sendo pago 1,5% no mês de agosto e o restante no mês de janeiro de 2019. Em relação ao retroativo, a negociação se daria em outro momento.

Para o presidente do sindicato, a implantação dos 2,5% de forma integral é possível. "Nós que estávamos representando a categoria naquele momento, nos colocamos como sendo possível o pagamento dos 2,5% já que é legal, está na lei, ainda que fosse necessário um período maior, que esse fosse discutido, mas que era imprescindível o pagamento integral do direito".

Orlando finalizou afirmando que o impacto financeiro não era tão grande quanto o impacto da deflagração de uma greve que será discutida com a categoria. Ele revelou que se for necessária a realização da paralisação, os servidores estão preparados para a execução.              (Site Miséria)

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