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População aumenta 7,27% e chega a 605.518 habitantes na Região Metropolitana do Cariri


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, na última semana, novas estimativas da população residente nos municípios brasileiros. Os números têm 1º de julho de 2018 como data de referência e foram calculados tendo por base a Projeção de População (Revisão 2018). O último censo realizado pelo IBGE foi no ano de 2010 e, desde então, os nove municípios que integram a Região Metropolitana do Cariri apresentaram aumento de 7,27%, conforme as estimativas. Enquanto a população da RMC era de 564.478 no ano de 2010, chegou a 605.518 em 2018. 

Juazeiro do Norte detém o maior número populacional, com 271.926 pessoas, número 8,79% maior que oito anos atrás, que era de 249.939. Ao lado de Juazeiro, os outros municípios que integram o triângulo Crajubar são os responsáveis pela maior concentração populacional. Em oito anos, a estimativa aponta que a população de Crato saltou de 121.428 para 131.372 habitantes, enquanto que Barbalha aumentou de 55.323 para 60.155. O menor aumento foi registrado por Santana do Cariri, com 17.22 pessoas, sendo 452 a mais do que outrora, e em Jardim, que aumentou de 26.688 para 27.284. 

Como explicou Cícero Pereira, chefe da agência do IBGE em Juazeiro do Norte, a estimativa feita do IBGE é fruto de uma determinação da Constituição. O censo, como explicou, é feito a cada dez anos, especificamente nos anos terminados em zero. A cada ano, após o censo, deve ser feita uma revisão, já que o Tribunal de Contas da União precisa de dados atualizados para o Fundo de Participação dos Municípios. “Se for esperar a cada dez anos, fica muito defasado”, explicou. 


Em contramão aos outros municípios, a estimativa aponta redução de 0,65% na população de Farias Brito, indo de 19.007 para 18.882. De acordo com Cícero, a diminuição pode ser resultado de fatores como taxa de crescimento, taxa de natalidade, migrações para outras regiões etc. Como explicou, no censo são levados em consideração tais fatores, levando em consideração a década anterior. “Então, se o Município teve um percentual de decréscimo da população, ele vai refletir para a próxima década até se ter uma nova pesquisa direta”, completa, ao enfatizar que o Município deixa de crescer por conta do reflexo de um dado histórico.    (Jornal do Cariri)

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