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Comoção no sepultamento do ex-atleta Manoelzinho após passar em frente ao mercado e Romeirão


Muitas pessoas passaram no velório do ex-atacante do futebol juazeirense que aconteceu no bairro do Socorro. FOTO: Reprodução
Dois dias antes de completar 65 anos de idade familiares e amigos sepultaram o corpo do ex-atleta de futebol Manoel de França Silva, o "Manoelzinho" ou “Manoel Roído”, que foi atacante do Icasa e Guarani. No final da tarde desta sexta-feira o cortejo fúnebre saiu do velório na Rua Mocinha Sobreira Dias, 95 (Socorro) em Juazeiro na direção do Cemitério Parque Anjo da Guarda.

Milhares de pessoas passaram pelo velório e outras tantas aguardavam o cortejo que passou em frente ao Mercado Central, onde Manoel trabalhou durante muito tempo, e na frente do Romeirão em cujo estádio proporcionou muitas alegrias ao torcedor juazeirense. O corpo estava vestido numa blusa do Guarani e uma bandeira do time também foi posta sobre o caixão.

Ele morreu na tarde de quinta-feira no Hospital Regional do Cariri quatro dias após sofrer um AVC e ser submetido a uma cirurgia. Neste domingo, Manoel completaria 65 anos e era tido como um dos maiores atacantes da história do Guarani. Inclusive, autor de um gol antológico em jogo na vitória por 2 a 1 contra o Fortaleza, na noite do dia 16 de maio de 1979 o que valeu uma placa no Romeirão. Durante o velório, o ex-volante Miller disse que tinha perdido um grande amigo.

Já o zagueiro Nena que atuou com Manoelzinho durante três anos pelo Icasa e, em 1976, no Guarani, comentou jamais tê-lo visto com raiva ou falando mal de algum companheiro. O ex-atleta e comentarista esportivo, Cícero Nicássio, observou que Manoel era o tipo de atacante que causava temor a todo zagueiro. “Um atleta veloz e de muita habilidade” acrescentou.

Manoel desembarcou em Juazeiro no final da década de 70 procedente do Santa Cruz de Recife (PE) que enviou para o Icasa atletas juvenis que tinham estourado a idade. Além dele, Beto, Lino, Nino e Lineu. Era um homem extrovertido, sempre bem humorado e rodeado de amigos. Ele se apaixonou por Juazeiro e nunca mais retornou à sua terra natal. Aqui se tornou funcionário público como fiscal no Mercado Central, onde, depois, instalou um bar.           (Site Miséria)

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