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Contato excessivo com luz azul de eletrônicos é prejudicial à pele e aos olhos


A luz azul de eletrônicos é prejudicial à pele e aos olhos. Ao penetrar profundamente na derme, ela estimula a produção de radicais livres, causando envelhecimento cutâneo e manchas escuras. Segundo a dermatologista Dra. Viviane Vasconcelos, o maior problema relacionado a essa luz está justamente no tempo de exposição.

No entanto, o dano solar é ainda mais potente. Para efeitos comparativos, a especialista diz que 20 minutos ao sol do meio-dia equivalem a quatro dias  expostos à luz visível. Além de estimular a produção de radicais livres, esse tipo de luminosidade é responsável pelo processo oxidativo, a degeneração do colágeno e, consequentemente, provoca o envelhecimento da pele. "Embora já existam protetores solares incolores com ampla proteção, os filtros tonalizados são mais indicados nos casos de exposição solar ou dispositivos eletrônicos".

Viviane Vasconcelos ressalta ser impossível escapar da gravidade natural. Por conta disto, com o passar dos anos, a produção de colágeno é reduzida, provocando a perda de sustentação óssea e do compartimento subcutâneo.

Posições rotineiras, bem como a inclinação da cabeça para baixo, no momento do uso dos aparelhos eletrônicos, também podem acelerar o aparecimento de rugas e flacidez na região do pescoço.

A dermatologista adverte que os malefícios à jovialidade da pele, causados pelo manuseio demasiado dos dispositivos móveis, podem ser atenuados com a evolução das tecnologias, desenvolvidas para favorecer o trabalho dos profissionais da medicina e da estética. "De fato, quando o assunto é prevenção do envelhecimento, as mulheres estão cada vez mais atentas, seja na utilização de protetores solares, de cremes antirrugas e dos nutracêuticos, ou na busca por procedimentos que facilitem o rejuvenescimento facial ou corporal", afirma Dra. Viviane Vasconcelos.

Recursos estéticos
Quanto à renovação da pele na área do pescoço, o cirurgião plástico Gabriel Cavalcanti afirma que as queixas mais frequentes relatadas pelos pacientes que chegam ao seu consultório são de mulheres na faixa etária entre 20 a 45 anos. "Antes de decidir sobre o procedimento mais adequado, analiso se o acúmulo de gordura abaixo do queixo é provocado pela perda da musculatura ou se é genético", diz o especialista.

Geralmente, a demanda mais jovem não sinaliza indicação cirúrgica. Quando o procedimento é necessário, as sugestões são a lipo de papada e os fios de sustentação. A primeira é indicada se a gordura entre o queixo e o pescoço estiver em grau avançado. Isso é decorrente da perda de rigidez da musculatura no local. Foi o caso da estudante de moda e design Tassiane Lima, 26 anos, que se considera dependente dos aparelhos, dorme sempre após a meia noite, usando celular, tablet ou vendo TV.

Na segunda opção, os fios têm função de melhorar a textura. Porém, quando a gordura é iminente, apenas a lipo poderá resolver. Conforme Gabriel Cavalcante, o processo é definitivo, mas, ao ser feito em pacientes após 40 anos, é possível que a gordura e a flacidez não sejam totalmente eliminadas: "Nesses casos, recomendo sessões de radiofrequência. E, para repor o colágeno, o método Sculptra. Em algumas situações, aplico o Plasma Rico em Plaqueta (PRP)".          (Diário do Nordeste)

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