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Dra. Mayra não garante permanência no PSDB, mas defende reforma política

A candidata do PSDB ao Senado votou na manhã deste domingo (7)
no Ideal Clube, em Fortaleza. FOTO: Reprodução vídeo-Renato Sousa

A candidata do PSDB ao Senado, Dra. Mayra, votou na manhã deste domingo (7), em Fortaleza, e declarou que não sabe se continua no partido após as eleições. "É uma decisão que vamos tomar. Eu não tenho projetos políticos. Tenho o projeto de cuidas das pessoas", disse, no Ideal Clube, em frente ao Aterro da Praia de Iracema. A tucana é, segundo pesquisa Ibope divulgada no sábado (6), a quarta colocada na disputa, com 7% dos votos válidos.

Mayra, entretanto, disse que ainda acredita em uma surpresa nos resultados. “A eleição é decidida na urna”, afirmou. Para ela, mesmo que não consiga uma das duas vagas ao Senado, a campanha foi bem-sucedida. “Temos um projeto político que é vitorioso. Conseguimos fazer com que boa parte da população optasse por um modelo político diferente desse que está aí”.

A postulante à Câmara Alta, que é médica e pautou parte de sua campanha na saúde, disse que, a partir de segunda (8), deve voltar à rotina profissional. “Amanhã, retomo meus plantões. Já estou escalada. Vou continuar meu movimento defendendo que as pessoas tenham acesso à saúde com dignidade”. Neste domingo, ela já encerrou suas atividades públicas e deve passar o dia com a família, em Fortaleza.

Presidência
Em um eventual segundo turno presidencial – que, de acordo com pesquisas divulgadas no sábado (6), deve ser entre Jair Bolsonaro(PSL) e Fernando Haddad (PT) –, ela afirmou que ainda não escolheu em quem votaria, mas ressaltou que é contra “qualquer projeto totalitário, qualquer projeto de esquerda que tenha trazido para o Brasil ideologias nefastas. Não quero que o Brasil se torne uma Venezuela”.  

Em outro momento da entrevista, ela também criticou candidatos que defendem que mulheres recebam menos que os homens, apesar de não citar o nome de nenhum. “Os dados do IBGE mostram que mulheres que trabalham em cargas horárias iguais a dos homens recebem menos. E existem candidatos que propondo que isso continue”, diz.  

Perguntada sobre o desempenho do presidenciável tucano Geraldo Alckmin, que, segundo as pesquisas, deve ter a prior votação da sigla em disputas presidenciais desde 1994, e o impacto disso no PSDB, Mayra argumentou que é preciso repensar os partidos políticos no Brasil. “Não é possível que continuemos com um sistema eleitoral que faz com que você tenha que obter votos de pessoas que não te conhecem”, afirmou. Ela defende uma reforma política com a implantação do sistema distrital, seja ele puro ou misto.  (Diário do Nordeste)

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