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Clientes lotam papelarias de Juazeiro para a volta às aulas; saiba o que as escolas não podem exigir


Clientes lotam papelarias de Juazeiro para a volta às aulas.
FOTO: Felipe Azevedo
Após os gastos com as festas, os presentes e as viagens de fim de ano, outra despesa típica da virada começa a figurar no orçamento brasileiro, o material escolar e outros itens relacionado a volta às aulas.

Em Juazeiro do Norte, principalmente na rua São Paulo, uma das principais ruas do centro comercial, livrarias e papelarias começam a receber pais e mães e as extensas listas encomendadas pelas instituições de ensino em janeiro.

Um lojista que há 30 anos mantém uma papelaria no Centro afirma que esta é de longe a época em que os negócios passam a render mais, o que garante uma certa segurança até o mês de agosto, quando as escolas volta do recesso do meio do ano.

Há, no entanto, algumas reclamações de consumidores. Uma mãe de dois filhos que estudam em colégio particular ouvida pelo Miséria nesta quarta-feira (3), reclama que para apenas um filho o colégio exigiu 10 borrachas na lista de material. "Não vejo necessidade, eles não usam nem metade disso no ano", disse a empresária.

Há ainda a lista de materiais que não são considerados individuais. Para este grupo, o Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), elaborou uma lista dos itens que não podem ser pedidos pelas escolas.

Entre os itens estão álcool; algodão; argila, bolas de sopro; bastão de cola quente; balde de praia; canetas para lousa; copos descartáveis; carimbo; cordão; creme dental e fitas dupla face.   (Site Miséria)

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