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Alvo de ataques, Governo decide manter ofensiva nas redes sociais



O Palácio do Planalto reagiu às críticas intensificadas na semana do Carnaval sobre o uso das redes sociais, após o vídeo obsceno sobre a folia postado por Jair Bolsonaro. O Governo decidiu, por exemplo, renovar os contratos com as agências Isobar e TV1 para cuidar da área de mídias digitais da Presidência da República. O presidente passa por um momento crucial de negociação de apoio político no Congresso Nacional para aprovar a reforma da Previdência, em meio às denúncias de suposto esquema de "candidaturas laranjas" no seu partido, o PSL.

A renovação dos contratos prevê o desembolso de R$ 32 milhões por ano com os serviços das duas agências de mídias digitais. A decisão de manter as empresas foi acertada em reunião com o ministro da Secretaria de Governo, Alberto Santos Cruz, e o secretário de Comunicação, Floriano Amorim - um dia após repercussão negativa da postagem polêmica no Twitter.

A ideia é que as duas contratadas sigam fazendo o monitoramento dos perfis oficiais da Presidência. No fim de 2018, aliados do presidente cogitaram cancelar a prestação dos serviços e montar uma estrutura menor, para cuidar das redes sociais oficiais.

Turismo
Passados mais de dois meses desde a posse, o Governo ainda não definiu uma estratégia para a área de comunicação. Bolsonaro tem sido criticado por aliados e até por integrantes do PSL, por adotar tom de campanha nos pronunciamentos. Desde o pleito, Bolsonaro tem privilegiado a comunicação pelas redes sociais.

Nesta sexta-feira, o presidente foi confrontado pela imprensa com mais um foco de desgaste: a situação do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, que é investigado no caso das supostas candidaturas "laranjas" do PSL e tem sua permanência incerta no Governo.

"Deixa as investigações continuarem", disse Bolsonaro ao ser questionado se o caso gera constrangimento. Em seguida, o presidente encerrou a coletiva de imprensa. Ele conversou com jornalistas após cerimônia na qual seis embaixadores entregaram as credenciais ao Palácio do Planalto.    (Diário do Nordeste)

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