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Indústria de Transformação tem saldo positivo de empregos no Cariri

FOTO: Antônio Rodrigues
A Região Metropolitana do Cariri (RMC), composta por Barbalha, Caririaçu, Crato, Farias Brito, Jardim, Juazeiro do Norte, Missão Velha, Nova Olinda e Santana do Cariri, registrou, no último ano, saldo positivo de 1.603 empregos na Indústria de Transformação. Dados repassados pelo Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (IPECE) apontam que, destes, o município de Missão Velha lidera os registros positivos, com 766 ligamentos, dos quais 720 foram decorrentes da construção civil. Juazeiro do Norte se mantém na segunda colocação, com 667 novos empregos, dos quais 507 são de serviços médicos, odontológicos e veterinários. 

De acordo com Abelito Sampaio, empresário e presidente do Sindicato das Indústrias de Calçados e Vestuários de Juazeiro do Norte, desde o ano de 2014, a economia apresenta instabilidade. Com a diminuição do consumo, a indústria teve que se adequar à nova realidade, resultando em demissões em massa. Os desligamentos, portanto, ainda se devem ao mau momento vivido nos diferenciados setores. “O processo é lento. Os empresários estão mais otimistas e conseguem ver uma luzinha no fim do túnel”, informou. 

Considerado um dos mais fortes setores no Cariri, o setor calçadista apresentou saldo de 494 desligamentos na RMC em 2018, sendo 337 em Juazeiro do Norte e 153 em Barbalha. “A indústria teve que reduzir quadros, enxugar, rever conceitos. É por isso que vimos desligamentos superando as contratações”, relata Abelito. Como acredita Abelito, o saldo positivo registrado pela construção civil em Missão Velha se deve às contratações de empresas que atuam em ações do Governo, como a Transposição do São Francisco. 

Ele conta que, no Cariri, todo início de ano acontecem desligamentos devido ao período, considerado fraco quando comparado aos outros meses. Ao analisar os números do Ipece, o diretor do Sindindústria diz ter achado “a construção civil, em Juazeiro, tímida. Era para estar bem maior”, menciona, ao destacar que o motivo é relacionado às construtoras que não estão, neste momento, com lançamentos e sim em finais de obra, ainda com estoques.    (Jornal do Cariri)

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