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Juazeiro do Norte comemora 108 anos de emancipação política



Juazeiro do Norte, conhecida como a “Terra do Padim”, comemora 108 anos de emancipação política nesta segunda-feira, 22 de Julho. A cidade tem um importante legado histórico e de desenvolvimento econômico para a Região e se tornou a metrópole do Cariri e uma das mais representativas do interior do Nordeste brasileiro.

Com 275 mil habitantes, o município está na segunda posição entre os que mais se desenvolvem no estado do Ceará e é considerado um dos 100 municípios com a maior economia do país, além de estar entre as oito melhores cidades para se morar no Nordeste.

Localizado numa região central do Nordeste, a cerca de 600 km de distância de cinco capitais, Juazeiro do Norte se estabeleceu como um lugar de desenvolvimento econômico, cultural e religioso – característica que lhe deu o apelido de “Meca dos nordestinos”.

A terra fundada pelo Padre Cícero atrai milhões de pessoas todos os anos, em virtude das romarias ao sacerdote e Nossa Senhora das Dores. É uma das mais representativas do turismo religioso do País. Atualmente uma das que apresenta índices de crescimento acima da média no Estado do Ceará, e que elaborou a primeira Lei de Cidades Inteligentes do Brasil.

História
Em 1827 foi erigida uma capelinha, pelo Padre Pedro Ribeiro de Carvalho, no local denominado Tabuleiro Grande, em frente a um frondoso juazeiro, na estrada real que ligava Crato a Missão Velha, à margem direita do rio Batateira.

A denominação deve-se justamente à árvore, notável por manter-se verdejante no rigor das maiores secas. Juazeiro é palavra tupi-portuguesa: jua ou iu-à e “fruto de espinho” (em virtude da grande quantidade de espinhos que defendem os ramos da árvore), mais o sufixo eiro.

A pequena capela foi consagrada a Nossa Senhora das Dores, padroeira do Município, a quem o Padre doou, como patrimônio, as suas terras e onze serviçais.

O povoado não teve grande desenvolvimento até que a 11 de abril de 1872 lá chegou o Padre Cícero Romão Batista, como sucessor do Padre Pedro Ferreira de Melo. O pequeno núcleo contava, então, com 12 casas de tijolos e 20 de taipa e palha.

Ainda no século XX, o desenvolvimento econômico e religioso da então vila Tabuleiro Grande (Juazeiro do Norte) era o principal argumento para a independência perante sua cidade sede, Crato. Dessa forma, o movimento emancipacionista se fortaleceu em 1909, com a fundação do jornal O Rebate, veículo de mídia majoritário na difusão do projeto.

No ano seguinte, uma passeata pela emancipação da Tabuleiro Grande foi organizada, reunindo cerca de 15 mil pessoas, de um total de 25 mil habitantes da vila. Mas foi apenas em 22 de julho de 1911 que a independência foi concedida, através da lei estadual n° 1.028. Assim, o novo município passou a se chamar Joaseiro, em referência à árvore típica da região, e o Padre Cícero Romão Batista foi eleito o primeiro prefeito.

Programação
A Prefeitura Municipal preparou um calendário de atividades para comemorar a data, com a Semana do Município, aberta no último dia 18, incluindo inaugurações, shows musicais e realização de eventos em vários pontos da cidade.

Nesta segunda-feira, acontece o hasteamento da bandeira do Município e Missa em Ação de Graças, na Basílica Menor de Nossa Senhora das Dores, às 9 horas. Às 17h30, será inaugurada estátua em homenagem a José Ilânio Couto Gondim, na Lagoa Seca, ao lado do La Plaza Mall, e às 19 horas, premiação aos campeões do Torneio 22 de Julho, na Areninha.      (Site Badalo)

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