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Ministério pede suspensão da tabela do frete para conter ameaça de greve dos caminhoneiros


FOTO: Tomaz Silva
O ministério da Infraestrutura confirmou que pediu à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) a suspensão cautelar da nova tabela de piso para contratação de frete.

A expectativa é que a tabela, publicada na última quinta-feira (18) e quelevou à mobilização de dezenas de grupos de caminhoneiros no WhatsApp prometendo paralisações por conta do valor considerado baixo, seja suspensa até quarta-feira (24).

Na data, está marcada uma reunião entre o governo e líderes da categoria. No domingo (21), mensagens de caminhoneiros passaram a circular nos grupos de Whatsapp mensagens atribuídas ao ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, direcionadas a caminhoneiros e informando que a tabela seria revista.

A gravação também admitiria um erro do governo na elaboração das tabelas. Nesta segunda-feira (22), circulam vídeos de paralisações nos grupos de WhatsApp, ao mesmo tempo em que parte dos participantes se dizem frustrados com o tamanho abaixo do esperado para os atos.

De acordo com a reportagem, haviam paralisações de caminhoneiros em campina Grande (PB). Wanderlei Alvez, o Dedéco, um dos líderes dos caminhoneiros, disse que as ações estavam começando pelo Nordeste.

Confira nota do Ministério da Infraestrutura na íntegra:
O Ministério da Infraestrutura solicitou formalmente à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) que delibere sobre a suspensão cautelar da resolução que instituiu o novo piso mínimo para o frete do transporte rodoviário de cargas.

Uma audiência extraordinária está marcada para às 18h desta segunda-feira (22/07) e uma nova rodada de reuniões com representantes do setor e do governo acontecerá nesta quarta (24/07).

Em ofício encaminhado à agência assinado pelo ministro Tarcísio Gomes de Freitas, é ressaltado que foi observada "uma insatisfação em parcela significativa dos agentes de transporte" e que "diferenças conceituais quanto ao valor do frete e o piso mínimo que pode repercutir na remuneração final dos caminhoneiros" devem ser novamente discutidas com a categoria. (Folhapress)

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