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Bolsonaro diz que vai à ONU 'nem que seja de cadeira de rodas' para falar sobre Amazônia

FOTO: Carolina Antunes-PR-Flickr
Se preparando pra passar por uma cirurgia no próximo domingo, 8, o presidente Jair Bolsonaro afirmou, nesta segunda, 2, que vai participar da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) "nem que seja de cadeira de rodas". O evento está marcado para começar no dia 20 de setembro, em Nova York. Na ocasião, Bolsonaro pretende falar sobre a Floresta Amazônica e a crise ambiental que afeta o Brasil. 

A cirurgia pela qual passará o presidente será para corrigir uma hérnia que surgiu no local onde ele fez três intervenções em decorrência da facada sofrida durante a campanha eleitoral do ano passado. Os médicos estimam que o presidente deve ficar 10 dias de repouso. "Eu vou comparecer à ONU nem que seja de cadeira de rodas, de maca, vou comparecer. Porque eu quero falar sobre a Amazônia. Mostrar para o mundo com bastante conhecimento, com patriotismo, falar sobre essa área ignorada por tantos governos que me antecederam", afirmou Bolsonaro na saída da residência oficial do Palácio da Alvorada.

Na semana passada, o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, que a Amazônia deverá ser um dos temas abordados na Assembleia-Geral. A crise ambiental pela qual passa o Brasil nesse momento gerou uma crise no governo e repercutiu nacionalmente. Uma das principais vozes crísticas ao governo foi a do presidente da França, Emmanuel Macron. De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o número de focos de incêndio no Brasil de janeiro a agosto de 2019 foi 82% maior do que o mesmo período de 2018. É a maior onda de queimadas dos últimos cinco anos no País.                     (O Povo)

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