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UTI pediátrica deve ser ampliada no Cariri


O Hospital Santo Antônio (HSA), em Barbalha, anunciou, na última semana, planos para construção de uma UTI Pediátrica para crianças portadoras de doenças cardíacas e neurológicas. Conforme apresentado, será necessário em torno de R$2,3 milhões para construir, equipar e contratar mão de obra para oito leitos. Com eles, o número de leitos disponíveis nos 45 municípios da macrorregião de Saúde do Cariri dobrará, já que atualmente há apenas oito disponíveis no Hospital São Vicente, também localizado em Barbalha. A recomendação do Ministério da Saúde seria 41 leitos. Como informado, a estrutura voltada ao setor infantil ainda não existe. O projeto, contudo, já foi enviado para órgãos de saúde estaduais para o parecer da construção. 

A média de procura por serviços pediátricos devido a traumatismos é de 40 casos por mês. A notícia da UTI chega após uma especulação sobre o fechamento de uma ala infantil no HSA. De acordo com Guilherme Saraiva, membro da diretoria da Fundação Otília Correia Saraiva, que mantém as unidades do Hospital Santo Antônio e do Hospital do Coração, “não há crise porque a UTI pediátrica nunca existiu. O atendimento no HSA, referência em neurologia para 45 municípios do interior e estados circunvizinhos, sempre foi para adulto”, conta. 

Como explicou Guilherme, os casos atendidos no equipamento eram de menor gravidade e ficavam na enfermaria. “Visto que, fazendo isso, estamos protelando a solução para um problema, decidimos só atender público infantil depois de estruturarmos o HSA com a UTI pediátrica para crianças de um mês a 13 anos”, completou. 

O atendimento prestado acontecia de forma voluntária e social, por parte da Fundação, que não recebia verba do Ministério da Saúde, por não terem estrutura e não estarem credenciados até então. 

Desta forma, a partir do momento em que o Hospital tiver a UTI, a intenção é que a Fundação preste serviço pelo SUS, bem como particular e convênio, tanto para casos de Traumatismo Craniano Encefálico (TCE) como cardíacos. Ambos, hoje, estão sendo regulados pela central da Secretaria de Saúde do Estado para outras unidades de Saúde fora do Cariri.

(Fonte: Jornal do Cariri)

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