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Comércio juazeirense mantém-se aquecido mesmo com horários reduzidos

FOTO: George Wilson
Comércio aquecido em Juazeiro do Norte. Apesar do anúncio de paralisação da polícia militar do Estado, o centro da cidade se manteve movimentado desde esta quarta-feira (18), mesmo com acordo para manter horário de funcionamento reduzido. 

A perspectiva é de um crescimento de, pelo menos, 20% em procura por artigos carnavalescos e fantasias em relação ao ano passado. Sindicato, lojistas e demais entidades do comércio já podem contabilizar um bom feriado de carnaval para o município e região.

A presidente da Câmara de Dirigentes Lojista de Juazeiro do Norte, Zenilda de Sena, disse que o momento, conhecido como “festa de Momo” envolve o comércio desde os enfeites de vitrines ao sentimento da sociedade. “As cores vibrantes do carnaval deixa o povo mais animado e as vitrines atrativas, são convidativas as compras”, afirma.

Segundo ela, as lojas mais procuradas são no segmento de artigos de festa, e a variedade no comércio atualmente é imensa. Os empresários apostam em fantasias e adereços, bem como a moda praia, que também tem uma procura intensa.

“Nós acreditamos que, só as vendas de Carnaval tenha um crescimento de 1,5%. Moeda circulando é saúde financeira do município. Vale destacar que o comércio é responsável por mais de 90% da economia da cidade”, completa Zenilda.

Comércio sempre aquecido 
Já para Jadson Henrique Rodrigues, diretor do Sindicato dos Lojistas de Juazeiro do Norte (SINDILOJAS), o mercado da cidade é um expoente em diversas épocas do ano, não só no carnaval. Segundo ele, o comércio juazeirense foge da curva da economia regional e nacional de forma positiva por apresentar resultados acima dos indicadores de referência em diversas épocas, apesar de especificamente no carnaval a população local costumar viajar para outros destinos.

“O período carnavalesco não foge à regra, entretanto alguns setores crescem mais, tais como comida, bebidas, roupas e acessórios, enquanto outros permanecem estáveis. De forma relevante temos o serviço de turismo que leva vários foliões aos principais destinos do Nordeste, é alguns do sudeste, o que deixa a cidade semi deserta nas datas específicas do carnaval de sexta a quarta”, afirma Henrique.

Tradicional centro de romarias, a “terra do Padim” realmente não tem uma tradição carnavalesca, apesar das diversas iniciativas públicas e privadas, ao contrário do que ocorre em suas vizinhas com irmãs Barbalha e Crato, se restringindo quase ao ambiente de clubes, sítios, chácara, numa folia mais familiar do que comunitária. 

Lojistas atentos à demanda 
Muitos lojistas do ramo, com a grande procura por artigos carnavalescos, se demonstram bastante animados com este crescimento, e já contabilizam lucros. Romane Alencar, dona da loja de artigos festa Mon Parti, na tradicional Rua São Pedro, afirma que a expectativa superou o esperado.

“Tínhamos uma meta de atingir 30% a mais em vendas nesta época, e conseguimos bater esta meta antes mesmo de chegar o carnaval de fato. A demanda foi tamanha que os nossos funcionários mudaram suas escalas para cobrirem até o horário de almoço, pois havia grande procura”, diz a lojista.

Segundo Romana, grande parte da demanda parte de fantasias, artigos e adereços carnavalescos para crianças, devido ao grande número de festividades nas escolas e também nos condomínios particulares da região. Ela afirma ainda que algumas lojas do centro deverão ficar abertas até o sábado (22), para àqueles que desejam adquirir adereços de última hora.

(Fonte: Site Badalo)

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