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Policiais e Governo do Ceará terminam reunião sobre reajuste salarial sem acordo e marcam novo encontro

Reunião foi realizada na Assembleia Legislativa
Terminou sem acordo a reunião entre policiais e bombeiros com o Governo do Ceará para debater a reestruturação da carreira dos profissionais da segurança pública no estado. Diante do impasse, foi marcado um novo encontro para debater o reajuste salarial de policiais e bombeiros, previsto para a manhã de quinta-feira (13). 

O Governo do Estado enviou à Assembleia Legislativa na semana passada o projeto de reestruturação da carreira da categoria. A proposta é aumentar o salário base em 4,8%, parcelando o reajuste até 2022. Os profissionais da categoria reivindicam um acréscimo salarial de 35%. 

Atualmente, a remuneração é de R$ 3.475,74 e, com a reestruturação, um soldado passará a ter um salário de R$ 4.206,23, em 2022. Até chegar a esse valor, a remuneração vai subindo progressivamente. Os agentes da segurança e deputados que defendem a categoria disseram que a proposta não agrada a categoria e protestou contra o projeto.

De acordo com o líder do Governo, deputado Júlio César Filho (Cidadania), a categoria pediu números do quantitativo de cada patente e dos valores gastos com remuneração, para poder avaliar os números apresentados pelo estado. Conforme o parlamentar, os dados serão enviados ainda nesta terça para as entidades. 

Além disso, o Governo levou a proposta inicial da categoria para avaliação, que pede que o salário de um soldado, por exemplo, passe dos atuais R$ 3.475,74 para R$ 4.748,95. 

O plano inicial do Executivo Estadual ajustava a remuneração de R$ 3.475,74 até chegar a R$ 4.206,23 em 2022. 

O presidente da Associação das Praças do Estado do Ceará (Aspra), sargento Eliziano Queiroz, ressaltou que as correções pleiteadas pela entidade abrangem a inflação dos últimos seis anos. Eles também querem a redução do número de parcelas da correção, prevista para se encerrar em dezembro de 2022. 

Apesar da reunião desta segunda-feira (10) ter acabado sem um consenso, Eliziano considerou "um avanço" nas negociações, pelo fato dos representantes do Governo terem levado a proposta para análise.                      (G1 CE)

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