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Matagal invade espaço de caminhadas no Anel Viário em Juazeiro


Pessoas que fazem suas caminhadas diariamente nas calçadas do Anel Viário de Juazeiro do Norte, estão solicitando ao Departamento Estadual de Rodovias (DER), uma capinação urgente nos dois lados das áreas destinadas aos pedestres. Neste ano de 2020, o DER não realizou nenhum serviço nos locais afetados, dificultando e colocando em risco quem se aventura em realizar suas caminhadas. Inexplicavelmente o setor responsável não se sensibilizou com as solicitações dos prejudicados junto as emissoras de rádio, que agora apelam a imprensa escrita, com fotos que mostram o descaso. Imagens foram feitas e estão sendo enviadas as emissoras de TV. “Isso nada mais é que uma falta de respeito enorme com as pessoas que caminham diariamente neste local”, lamenta o comerciante Francisco Ferreira Santos, 65 anos, que não consegue esconder sua indignação. 

Francisco Santos disse ainda que “aqui quando o mato não está invadindo as calçadas, boa parte dos postes fica com suas luminárias apagadas. Tudo isso sem se falar na falta de segurança”, lamenta. Por sua vez a dona de casa Ana Maria Sousa, 61 anos, cobra mais respeito com as pessoas que escolheram o Anel Viário para caminhar. Ela disse que muitas pessoas estão caminhando pela ciclovia, uma vez que o local destinado às caminhadas está coberto pelo matagal nos dois lados. “Caminhar na ciclovia não é correto e, a qualquer momento, pode acontecer um acidente”, afirma Ana Maria, ressaltando que “todos os dias faço minha caminhada no final da tarde e essa foi a primeira vez que vejo o Anel Viário em total abandono. Tem local que o mato tomou toda calçada e muitas vezes sou obrigada a descer até a pista para depois voltar a calçada”. 

Depois de sua inauguração, o Anel Viário de Juazeiro do Norte, no trecho entre a ponte do bairro do Socorro, até a divisa com o Crato, recebia manutenção constantemente. Segundo as pessoas que todos os dias realizam suas caminhadas, já estamos no final do mês de abril e nunca mais foi visto ninguém trabalhando, fiscalizando ou realizando pequenos serviços no trecho. O asfalto, em alguns locais, vem acumulando muita água nos dias chuvosos e os buracos surgem constantemente. Em alguns trechos, os remendos são feitos a toque de caixa, deixando a rodovia igual a uma “colcha de retalhos”. 

(Fonte: Site Miséria)

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