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Ceará alcança 37 mil casos confirmados de Covid-19; mortes são 2,6 mil


Chegou a 37.021 o número de casos registrados de Covid-19 no Ceará. A quantidade foi confirmada pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesa), através da plataforma IntegraSUS, em atualização feita às 17h43 desta terça-feira (26). As mortes causadas pela doença alcançaram 2.603, 110 a mais na comparação com o mesmo boletim de ontem. Apesar de contabilizadas agora, os óbitos podem ter ocorrido em outras datas, em razão do resultado dos testes para detectar a presença do vírus.

A letalidade do novo coronavírus na região é de 7%. São investigados 46.736 possíveis casos e 842 óbitos suspeitos. O epicentro de contágio é Fortaleza, com 20.789 casos. Na Região Metropolitana, Caucaia (1.251) lidera os testes positivos, enquanto Sobral (1.163) concentra a maioria dos infectados no interior.

Desde o início da pandemia, no entanto, 23.299 pessoas se recuperaram. O total de testes aplicados é 90.476. 

A taxa de ocupação de leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) está em 87,47% no Ceará, enquanto a de enfermeiras está em 66,86%.

Feriados antecipados na Capital 
Os vereadores de Fortaleza aprovaram, nesta terça-feira (26), em sessão virtual, por 30 votos a favor e seis contra, a antecipação dos feriados de Nossa Senhora de Assunção e de Corpus Christi na Capital cearense para quarta (27) e quinta (28) desta semana. A medida tem o objetivo de aumentar o isolamento social.

No calendário, o feriado de Corpus Christi é marcado para o dia 11 de junho e o de Nossa Senhora de Assunção para 15 de agosto. Com a aprovação da Câmara Municipal, eles serão transferidos para os próximos dias assim que a lei for sancionada pelo prefeito Roberto Cláudio (PDT). 

Sesa não recomenda uso de Cloroquina 
Nova nota técnica editada pela Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa), nesta segunda-feira (25), retira recomendação de uso de medicamentos antimaláricos (como a Cloroquina e a Hidroxicloroquina) no tratamento rotineiro de pacientes com suspeita ou confirmação da Covid-19 hospitalizados no âmbito do Estado. De acordo com o texto, isso não é uma proibição, e cada profissional pode escolher e avaliar a aplicação dos fármacos no tratamento. 

O documento foi publicado depois de um estudo da revista científica The Lancet, uma das mais conceituadas do mundo, apontar que a utilização desses fármacos poderia causar maior risco de arritmias cardíacas e de óbitos, especialmente quando a Hidroxicloroquina for utilizada em combinação com a Azitromicina. A análise foi realizada com 14.888 pacientes em 671 hospitais de seis continentes do mundo.                                   (Diário do Nordeste)

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