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Governo do Ceará revisa decreto e altera protocolo de funcionamento de shoppings

FOTO: Thiago Gadelha
Entre os tipos de negócios cuja reabertura era uma das mais esperadas pelo consumidor cearense, os shoppings foram alvos de recomendação direcionada pelo Governo do Ceará, que alterou o decreto do dia 6 de junho. No texto publicado na noite da última quarta-feira (10), o Estado recomenda o uso de tickets descartáveis para o pagamento do estacionamento. 

"Reforçar a higienização nas cancelas, nos equipamentos de entrada dos veículos e todos os periféricos de uso comum. É recomendada a implementação de acessos aos estacionamentos com sensor de aproximação para que o cliente ou funcionário não precise apertar botões para a retirada de tickets. Os tickets devem ser preferencialmente do tipo descartável", diz o decreto. 

No caso dos cartões reutilizáveis, comuns em alguns shoppings, a recomendação do Estado é de que "deverá ser realizada a devida higienização de todos os cartões magnéticos reutilizáveis existentes em seus sistemas de estacionamento, realizando, também, todo o processo de garantia que esses tickets estejam seguros do ponto de vista sanitário para a sua reutilização pelos clientes dos Shoppings". 

Por fim, o texto aponta a necessidade de "redobrar ainda a atenção na higienização das máquinas de autoatendimento para pagamento, incluindo a instalação de dispensers de álcool gel ao lado desses equipamentos". 

Aglomeração 
A liberação da fase 1 da chamada liberação responsável das atividades econômicas e comportamentais teve início na última segunda-feira (8) somente em Fortaleza, "onde os dados epidemiológicos encontram-se mais favoráveis". Nas demais cidades do Estado, por conta da contaminação pelo novo coronavírus, a recomendação do Governo foi de isolamento social ou entrada na fase de transição da reabertura. 

No entanto, o descumprimento de alguns centros de compras preocupou a opinião pública e culminou em ações de fiscalizações mais rigorosas, especialmente no Centro da Capital. 

A aglomeração em portas de lojas e a falta de medidas que evitasse isso foi motivo levaram à Agência de Fiscalização de Fortaleza (Agefis) a fechar 54 estabelecimentos na quarta-feira (10).              (Diário do Nordeste)

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