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Weintraub confirma em rede social adiamento das inscrições para o Sisu


O ministro da Educação, Abraham Weintraub, confirmou por meio do seu perfil no Twitter o adiamento das inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Incluiu também que nesta edição serão oferecidas vagas para cursos a distância. 

"As inscrições para o Sisu do segundo semestre vão de 7 a 10 de julho. O edital será publicado nos próximos dias no Diário Oficial da União. Até o momento, as instituições públicas já disponibilizaram 51 mil vagas (nº pode subir). Novidade: haverá oferta em cursos a distância", escreveu. 

Em maio, o Ministério da Educação (MEC) disse que prazo começaria nesta terça-feira, 16, e iria até a próxima sexta-feira, 19. 

Sem ter conhecimento do novo prazo, desde o início da manhã desta terça-feira (16), estudantes demonstraram indignação nas redes sociais diante da não abertura das inscrições. Na página da instituição não havia nenhuma informação, apenas dados referentes ao último processo seletivo. 

Procurado pelo Estadão, o MEC disse ainda que o edital com o novo prazo será publicado nos próximos dias no Diário Oficial da União. Nas redes sociais, estudantes se irritaram e cobraram explicações. A União Nacional dos Estudantes (UNE) também cobrou um posicionamento do Ministério da Educação. 

"Até o momento, mais de 51 mil vagas foram disponibilizadas por 57 instituições públicas. O número pode aumentar. Nessa edição, haverá a novidade da oferta de vagas em cursos a distância", disse, em nota, o ministério. 

Só no processo seletivo do primeiro semestre deste ano houve 1,8 milhão inscritos para 237 mil vagas. O Sisu do primeiro semestre do ano foi marcado por uma série de falhas. Segundo os relatos da época, estudantes que fizeram apenas uma opção de curso e não conseguiram a vaga na chamada regular não estavam conseguindo participar da lista de espera. 

O adiamento da abertura das inscrições do Sisu do segundo semestre de 2020 acontece no momento em que o presidente Jair Bolsonaro discute uma saída para o ministro da Educação, Abraham Weintraub, deixar o governo de forma menos traumática.                           (Estadão)

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