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Homem morto a tiros esta manhã em Juazeiro respondia vários crimes


O homem que teve o corpo encontrado crivado de balas às 7 horas desta quarta-feira (29), na Rua Mauro Sampaio (Planalto), em Juazeiro, era de José Ivan Gomes da Silva, de 31 anos, que residia na Rua Olgives de Melo, no bairro Tiradentes. O mesmo estava com um capacete na cabeça e caído ao lado do Centro de Zoonoses em local bastante ermo e perto do seu celular. Ele trafegava na garupa de uma moto pilotada por uma mulher que desapareceu e é suspeita de ter levado a vítima para o chamado “cheiro do queijo”.

“Zé Ivan” tinha várias passagens pela polícia por assaltos, associação criminosa, tráfico de drogas e portes de armas de fogo. Uma de suas primeiras prisões foi no dia 1º de fevereiro de 2013, após acidente com um Corolla na rodovia entre Tauá e Arneiroz, no qual estavam ele e outros dois. Dentro do carro acidentado e abandonado, os PMs encontraram ferramentas suspeitas como pé de cabra, marreta, chave de grife, alicate de pressão e outras.

Pouco depois, na estrada que liga Aiuaba a Antonina, a polícia interceptou um táxi no qual estavam dois deles com três armas de fogo em bolsas. O taxista levava duas mulheres e estas autorizaram que desse carona a “Valnei”, residente em Campos Sales, e Zé Ivan, que, na época, morava na Rua Sebastião Mariano (Tiradentes) em Juazeiro. O taxista e as mulheres ficaram surpresos quando os PMs recolheram dois revólveres e uma pistola calibre 380. A dupla informou que o outro estava no Hospital de Acopiara.

Já no dia 1º de março de 2017, Zé Ivan voltou a ser preso, desta vez numa chácara perto do Parque Ecológico onde funcionava um laboratório de drogas e, na operação, foram presas mais três pessoas e apreendidos 80 Kg de maconha, 4 Kg de pasta base de cocaína, 4 kg de crack e mais 2,5 kg de cocaína prontos para a venda. A chácara é na Rua Francisco Firmino de Lavor (Bairro José Geraldo da Cruz) e foi presa Cícera da Silva Figueiredo, de 33, a “Cícera Fuzil”, então companheira de Zé Ivan.

O irmão dela, Diassis Alberto da Silva, de 23 anos, que ía chegando ao local e foi preso, trazia outra prensa de maconha, além das duas encontradas no imóvel a exemplo de balanças de precisão, dois revólveres e colete balístico. No telefone de um deles soou a campainha do whatsapp quando um PM passou a trocar mensagens descobrindo se tratar de Caio Henrique de Sá Alexandre, de 25 anos, que aguardava drogas perto do Memorial Padre Cícero e quem chegou foi a polícia prendendo o mesmo.

(Fonte: Site Miséria)

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