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Auxílio Emergencial: 58,8% dos domicílios no Ceará receberam o benefício em julho

FOTO: Camila Lima
Mais da metade dos lares cearenses (58,8%) receberam o auxílio emergencial de R$ 600 ou R$ 1.200 do Governo Federal em julho, de acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Covid-19), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (20).

O levantamento revela ainda que, em cada residência cearense, o auxílio emergencial pago tinha média em R$ 951. Ou seja, mais de um habitante recebeu o auxílio que ajudou no sustento dos demais membros da família. 

Alvo de debate entre o Governo Federal e o Congresso, o benefício deve prosseguir até o fim do ano, segundo já afirmou o presidente Jair Bolsonaro. No entanto, ele não garante que o valor seja o mesmo, podendo girar em torno de R$ 300. 

Em todo o País, cerca de 44,1% domicílios foram beneficiados com o auxílio emergencial em julho, o equivalente à mais de 30,2 milhões. No mês, cerca de 43% dos lares receberam o benefício e em maio 38,7%. 

Ranking 
Segundo os dados, o Ceará está entre os dez primeiros do País a liderar o ranking de recebimento do benefício. Veja: 

Amapá: 68,8%; Maranhão: 65,8%; Pará: 64,5%; Alagoas: 62,8%; Amazonas: 62,6%; Piauí: 61,7%; Bahia: 59,8%; Ceará: 58,8%; Acre: 58,5%; Pernambuco: 57,9%. 

"Os Estados das Regiões Norte e Nordeste, foram os que apresentaram as maiores proporções de domicílios onde um dos moradores é beneficiário de programa de auxílio emergencial", avalia o IBGE por meio de nota. 

Mercado de trabalho 
A pesquisa ainda aponta dados sobre o mercado de trabalho cearense em julho. Segundo o IBGE, mais 284 mil pessoas que estavam afastadas do trabalho devido a pandemia retornaram aos seus postos - equivalente a 10,7%. Em junho, o número de pessoas afastadas era de 744 mil, em julho o número reduziu para 460 mil. 

Em relação ao percentual de pessoas que estavam trabalhando de forma remota, o Ceará apresentou uma leve redução, já que em junho o número era de 324 mil pessoas caindo para 275 mil em julho. Já o número de pessoas ocupadas e não afastadas cresceu, indo de 2,262 milhões em junho para 2,476 milhões em julho. 

No Estado, o número de pessoas ocupadas apresentou uma leve redução no mês, saindo de 3,0 milhões para 2,9 milhões. Desse total, a maioria delas estão nos cargos de administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais. 

Segundo o IBGE, a média dos rendimentos aumentou no Estado, indo de R$ 1.383 em junho para R$ 1.566 em julho.                        (Diário do Nordeste)

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