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Auxílio emergencial: Ceará já recebeu mais de R$ 8,2 bilhões pelo benefício


A Caixa Econômica Federal já destinou R$ 8,2 bilhões ao Ceará com pagamentos do auxílio emergencial de R$ 600 durante a pandemia do novo coronavírus. A informação foi divulgada durante uma coletiva do Banco na tarde desta segunda-feira (3). 

Segundo Pedro Guimarães, presidente da instituição financeira, ao todo, já foram pagos mais de R$ 145,9 bilhões para cerca de 65,4. Desse montante, R$ 8,2 bilhões foram destinados ao Ceará, representando 5,6% do valor total. 

O Ceará foi apontado como o terceiro estado do Nordeste com maior volume de recursos, sendo superado apenas por Pernambuco (R$ 8,6 bilhões) e Bahia (R$ 13,6 bilhões). 

O presidente da Caixa ainda ressaltou que mais 1,15 milhão de pessoas tiveram os pagamentos aprovados pela Caixa e terão os benefícios concedidos a partir desta quarta-feira (5). Do total, 805 mil pessoas serão contempladas ainda com a primeira parcela do benefício. 

O Nordeste, somando os 9 estados, recebeu R$ 51,6 bilhões, sendo superado apenas pelo Sudeste (R$ 52,9 bilhões. Norte (R$ 16 bilhões), Sul (R$ 14,9 bilhões) e Centro Oeste (R$ 10,5 bilhões) completam a lista. 

Confira os calendários de pagamento do auxílio emergencial para o novo lote de elegíveis: 

Crédito na poupança digital 
5/8 - 483 mil pessoas nascidas em junho 
7/8 - 96 mil nascidos em junho 
12/8 - 98 mil nascidos em julho 
14/8 - 96 mil nascidos em agosto 
17/8 - 97 mil nascidos em setembro 
19/8 - 96 mil nascidos em outubro 
21/8 - 91 mil nascidos em novembro 
26/8 - 94 mil nascidos em dezembro 

(Saque em dinheiro) 
8/8 - 381 mil nascidos de janeiro e abril 
13/8 - 102 nascidos em maio 
22/8 - 96 mil nascidos em junho 
27/8 - 98 mil nascidos em julho 
1/9 - 96 mil nascidos em agosto 
5/9 - 97 mil nascidos em setembro
12/9 - 187 mil nascidos em outubro e novembro 
17/9 - 94 mil nascidos em dezembro 

Pedro Guimarães ainda disse que a Caixa tem condições de operacionalizar o pagamento do auxílio emergencial até o final deste ano, mas que a decisão dependerá de uma avaliação do ministro Paulo Guedes (Economia) e do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). 

"Esta é uma definição do ministro Paulo Guedes e do presidente Jair Bolsonaro. Então o que eu posso dizer é que, qualquer que seja a decisão deles, nós vamos cumprir. Como estamos com o pagamento desde abril, estamos em um nível de eficiência muito maior. Estamos pagando cerca de 90 milhões de pessoas por mês, então temos como realizar esses pagamentos", disse o presidente da Caixa.                      (Diário do Nordeste)

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