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Banco do Nordeste realiza feirão de renegociação de dívidas


O Banco do Nordeste promove, durante a Semana Brasil, um feirão de renegociação de dívidas, o "Feirão da Retomada". O evento é organizado pelo Governo Federal e viabiliza, desta quinta-feira (3) até 13 de setembro, chances de quitação dos endividamentos aos clientes da linha Crediamigo do banco. 

A primeira parcela da nova operação, após a renegociação, poderá ser paga pelo cliente em até 60 dias, além da possibilidade de financiar a Taxa de Abertura de Crédito (TAC) e seguro prestamista. Os acordos devem ser feitos em reuniões virtuais, com agendamento prévio feito pelas unidades do Crediamigo. Agentes do microcrédito conduzirão as videochamadas. 

Semana 
Além do feirão, o BNB dá continuidade à programação da Semana Brasil com o Webinar Crediamigo. O evento virtual será transmitido pelo canal /BancodoNordesteOficial, no YouTube, com conteúdos especiais para microempreendedores. 

Nesta sexta (4), e ainda entre os dias 8 a 11 deste mês, haverá debates dos temas "Empreendendo como MEI"; "Atender o cliente por meios digitais: como ganhar, fidelizar e lucrar mais"; "A retomada das atividades é o momento certo para crescer"; "Dicas para a retomada das vendas de artesanato e alimentação"; "Use as redes sociais para alavancar o seu negócio"; "Modelo de vendas por delivery"; "Atendimento ao cliente em tempos de pandemia"; e "Dê um grande salto para seu negócio: formalize-se". 

As palestras serão feitas por especialistas de instituições parceiras como Sebrae e ONGs. Participarão dos debates gerentes do Crediamigo da Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte. 

FNE 
Ainda durante o evento, o BNB deve atender clientes interessados em contratar o crédito da linha FNE Emergencial, dedicada a reduzir os danos da crise do novo coronavírus e da situação de calamidade pública provocada pela pandemia. A medida foi lançada em março pelo Governo Federal. 

A linha é voltada para pessoas físicas, profissionais liberais e empreendedores individuais (MEIs), localizados em cidades onde as autoridades públicas tenham decretado a situação de calamidade. Dentre prazos e carências especiais para a concessão do crédito, as taxas de juros são de 2,5% a.a.               (Diário do Nordeste)

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