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Comunicadores do Cariri apresentam evento do Sebrae Ceará para todo país


O Sebrae/CE promove, de hoje, segunda-feira (28) até quarta-feira (30), a primeira edição do Festival Nordestino de Economia Criativa. Os comunicadores e Monike Feitosa e Henrique Vidal terão cerca de 42 horas de apresentação, com transmissão, ao vivo e on-line, de palestras, rodas de conversa e oficinas, nesses três dias de Festival. 

A ideia do evento, que terá programação 100% online e gratuita, é propiciar uma experiência de aprendizado, troca de informações e aprofundamento do conhecimento sobre a importância da cultura local como fonte de criação e desenvolvimento dos setores e dos negócios ligados às atividades que integram a Economia Criativa. As inscrições ainda podem ser realizadas pelo site www.festivaleconomiacriativa.com.br. 

Durante os três dias, o público terá acesso a uma vasta programação com palestras com especialistas nas áreas temáticas da Economia Criativa, rodas de conversa, apresentação de casos de sucesso, oficinas de capacitação e apresentações culturais, com grupos e artistas da região. A programação conta ainda com uma Mostra de Negócios Criativos, contemplando participantes de nove Estados do Nordeste, selecionados por meio de editais públicos. 

A realização do Festival é uma das ações do Projeto Regional Nordeste da Cadeia de Valor da Economia Criativa, desenvolvido pelas unidades estaduais do Sebrae dos nove estados nordestinos, em parceria com o Sebrae Nacional e Associação dos Sebraes Estaduais/Nordeste (Abase Nordeste). 

O projeto tem o objetivo de promover o fortalecimento dos negócios criativos da região Nordeste, contribuindo para a geração de emprego e renda no território. 

Economia Criativa
A Economia Criativa é baseada em modelos de negócio ou gestão que tem o conhecimento, criatividade ou capital intelectual como principais ativos. De acordo com a Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD), a economia criativa engloba atividades relacionadas a quatro eixos: patrimônio, artes, mídia e criações funcionais. 

Nestes eixos, estão inseridas as Expressões Culturais Tradicionais (artesanato, festivais e celebrações), Sítios Culturais (sítios arqueológicos, museus, bibliotecas), Artes Visuais (pinturas, esculturas, fotografias), Artes Dramáticas (música, teatro, dança, ópera, circo, marionetes), Publicidade e Mídia Impressa (livros, imprensa e publicações), Audiovisual (cinema, televisão, rádios), Design (de interiores, de gráfico, moda, joias e brinquedos), Novas Mídias (softwares, jogos e conteúdo digital) e Serviços Criativos (arquitetura, propaganda, P&D, cultura e recreação). 

De acordo com o último Mapeamento da Indústria Criativa no Brasil elaborado pela Firjan em 2017, as atividades ligadas à Economia Criativa foram responsáveis pela geração de riquezas da ordem de R$ 171,5 bilhões. 

Esta cifra é comparável ao valor de mercado da sexta marca mais valiosa do mundo, a Samsung, ou à soma de quatro das maiores instituições financeiras globais (American Express, J. P. Morgan, AXA e Goldman Sachs). O mesmo estudo também apontava em 2017 um total de 837.206 profissionais formalmente empregados em atividades ligadas a economia criativa. 

Serviço 
Festival Nordestino de Economia Criativa 
Data: 28 a 30 de setembro de 2020 
Inscrições e mais informações sobre o evento estão disponíveis no site www.festivaleconomiacriativa.com.br

(Fonte: Site Miséria)

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