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Arthur de Zé Adega promete chamar professores concursados


16 / 10 / 2020

Filho de Zé Adega, ex-prefeito do Crato, Arthur de Zé Adega (PSL) é o candidato mais jovem na disputa da eleição majoritária no município. O postulante de 29 anos foi o quarto convidado da série de entrevistas realizadas pela rádio CBN Cariri. Opositor da atual gestão do município, ele diz acreditar que o caminho da mudança passa por investimentos na área da educação e por uma melhor distribuição do dinheiro público. 

“O Crato fechou muitos colégios, principalmente na zona rural. Nós vamos valorizar e capacitar nossos professores”, diz o candidato, alegando que muitos desses profissionais não foram chamados para exercer o cargo após passarem em um concurso público. “Nós vamos chamar esses professores no nosso primeiro dia de mandato. Vai ser uma classe que vamos valorizar e investir muito.”

Ainda na educação, o candidato do PSL promete melhorar a qualidade no ensino básico do município. “Nós não estamos dando suporte para os nossos jovens. Precisamos valorizar a base, vamos plantar essa semente na educação de base, os frutos não serão colhidos agora, mas daqui alguns anos.” 

Definindo-se como “empreendedor e criador de empregos”, Arthur diz não ter grandes alianças políticas, apostando que o maior apoio virá da população. “Não fiz negociata, não quero vender a alma para ser prefeito. Tudo que eu escuto é o desejo de mudança, a população está muito sofrida. Eles estão cansados de ser penalizados com obras superfaturadas. Não precisamos aumentar os impostos, mas, sim, ter respeito com o dinheiro público”, destacou. 

Arthur garante ter caminho aberto para buscar investimentos para o Crato. “Não fizemos acordos com nenhum grupo político, pois quem rotula se limita. Vamos a Brasília mostrar a situação da nossa cidade para o Governo Federal, também vamos para Fortaleza conversar com o Governo Estadual. O Crato está muito carente de obras e manutenção preventiva.”

Em sua primeira campanha, Arthur avalia que pode colher frutos plantados pelo pai, que geriu o município entre o fim da década de 1980 e o início dos anos 1990. “As pessoas estão abraçando a causa. Grande parte, tenho a humildade de reconhecer, foi o trabalho feito a vida toda pelo meu pai. O que ganha a eleição são as propostas”, explica.

(Jornal O Povo)

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