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Com seis registros de sarampo em 2020, Ceará tem vacinação contra doença até o fim de outubro


Buscando reduzir o número de casos de sarampo no Ceará, a Secretaria da Saúde do Estado (Sesa) já aplicou 186.089 doses da vacina no grupo de pessoas entre 20 a 49 anos, de março até o começo de outubro. A campanha de vacinação contra a doença segue no interior e na capital até o próximo dia 31 de outubro. 

Em Fortaleza, de acordo com a Secretaria Municipal da Saúde (SMS), as vacinas podem ser encontradas em qualquer um dos 115 postos de saúde da capital, no horário de 7h30 às 18h30. Ação deve ser tomada a fim de evitar um surto da doença no Município. 

“O Ministério da Saúde (MS), em março, reiterou a necessidade de fortalecer as ações contra o sarampo e, conjunto à Campanha de Nacional de Vacinação contra a Influenza, decidiu realizar uma 4ª fase da vacinação contra o sarampo em março”, aponta a Sesa, em nota. 

Em 2020, Ceará contabilizou 6 casos até o final de setembro, registrando 9 ocorrências a menos em comparação ao mesmo período de 2019. Neste ano, foram notificadas uma ocorrência em fevereiro e seis em março. Enquanto, no ano passado, houve um total de 15: 3 em fevereiro, 1 em março, 8 em agosto e 3 em setembro. 

Doença é grave e tem alta transmissibilidade 
O sarampo é uma doença grave e de alta transmissibilidade. Uma pessoa pode transmitir para até 18 outras pessoas. A disseminação do vírus ocorre por via aérea ao tossir, espirrar, falar ou respirar. A principal medida de prevenção é a vacinação. 

A vacina tríplice viral, que atua contra sarampo, caxumba e rubéola, faz parte da rotina de imunização e, por isso, está disponível durante todo o ano nos postos de saúde. O esquema vacinal compreende duas doses: a primeira aos 12 meses e a segunda aos 15 meses, com a tetraviral (sarampo-caxumba-rubéola-varicela).

Em situação de surto da doença, a dose zero é instituída para crianças a partir de 6 meses de idade, sob orientação do Ministério da Saúde. 

Dos cinco até os 29 anos, são indicadas duas doses, com intervalo de 30 dias. Já dos 30 até os 59 anos, uma dose é suficiente. A avaliação da necessidade de vacinar ou não é feita pelos profissionais que atuam nos Postos, a partir da avaliação da caderneta de vacinação do usuário.                     (Diário do Nordeste)

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