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Profissionais testam positivo para Covid e escola privada em Fortaleza suspende aulas presenciais

FOTO: Natinho Rodrigues
Após confirmar casos de infecção pelo novo coronavírus em dois profissionais, uma escola privada de Fortaleza teve que suspender as aulas presenciais. Conforme o Sindicato dos Estabelecimentos Particulares do Ensino do Ceará (Sinepe-CE), a contaminação foi identificada durante o processo de testagem dos trabalhadores da educação. Contudo, garante o Sindicato, as pessoas infectadas não tiveram contato com os alunos, nem com os demais profissionais no ambiente escolar. 

Os casos, diz em nota o Sindicato, foram encaminhados para a investigação em cumprimento a medidas estabelecidas no Protocolo Setorial do Governo do Estado para a retomada das atividades escolares. O Sindicato confirmou os casos, mas não divulgou o nome da escola. Conforme a nota "as atividades presenciais estão suspensas por causa da investigação, processo para identificar em qual local os profissionais foram infectados".

As aulas presenciais no Ceará já estão parcialmente autorizadas e ocorrem, desde o início de setembro, nas creches e pré-escolas da rede privada nas cidades da macrorregião de Fortaleza. No dia 19 de setembro, o Governo do Estado autorizou o retorno de mais séries a partir do dia 1º de outubro, com a seguintes capacidades: 

Educação de Jovens e Adultos com 35% dos alunos; 9º ano do Ensino Fundamental com 35%; 3ª série do Ensino Médio com 35%; Educação Profissionalizante com 35%; Educação Infantil com 50%; 1º e 2º do Ensino Fundamental com até 35%. 

Desde o dia 1º de outubro, conforme o Sindicato, pelo menos, 120 escolas recomeçaram as atividades presenciais. 

O Protocolo Setorial do Governo do Estado estabelece que "todos os membros da equipe serão convidados a fazer um teste Covid-19 nos dias anteriores ao primeiro dia de aula" e que a realização da testagem dos profissionais deve seguir a progressão do percentual de cada etapa da retomada das séries. 

Em caso de detecção de profissional contaminado, a instituição de ensino deve comunicar, em até 48 horas, os familiares e as autoridades sanitárias e acompanhar a situação de saúde das pessoas envolvidas. Além disso, diz o documento, quando ocorrem dois casos ligados ou não entre si por circunstâncias fora da escola a orientação é fechar a unidade inteira durante a investigação.

(Diário do Nordeste)

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