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Unidade da Casa da Mulher Cearense, em Juazeiro, deve começar a ser implantada este ano


Por Redação Gazeta do Cariri

Ser um espaço-referência na atenção a mulheres em situação de violência no Interior do Estado é o propósito da Casa da Mulher Cearense (CMC). Os trâmites para início de construção das unidades de Juazeiro do Norte e Sobral estão em andamento, através da Secretaria da Proteção Social, Justiça, Cidadania, Mulheres e Direitos Humanos (SPS), com interveniência técnica da Superintendência de Obras Públicas (SOP). 

As obras integram o Programa de Apoio às Reformas Sociais do Ceará (Proares III). A implantação da estrutura física dos dois equipamentos contará com investimento total de R$ 7,4 milhões; desse valor, 70% são financiados pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), com contrapartida de 30% pelo Governo do Ceará. 

As Casas da Mulher Cearense são inspiradas na Casa da Mulher Brasileira (CMB), iniciativa do Governo Federal surgida em 2015 e que conta hoje com uma unidade em Fortaleza, administrada pelo Governo do Estado através da SPS. Cada Casa deve funcionar como centro de atendimento humanizado e especializado à mulher em situação de violência, reunindo a rede socioassistencial e o Sistema de Justiça, como Delegacia, Juizado Especial, Ministério Público e Defensoria Pública do Estado. 

“A Casa da Mulher Cearense é o fortalecimento da política pública de enfrentamento à violência contra a mulher. O governador Camilo Santana decidiu interiorizar essa política que vem dando certo com a Casa da Mulher Brasileira. Serão três casas cearenses, localizadas em Juazeiro do Norte, Quixadá e Sobral, contemplando regiões diversas do Estado. Temos certeza que as mulheres dessas regiões se sentirão cada vez mais fortalecidas a denunciar qualquer tipo de violência de gênero”, observa a titular da SPS, Socorro França. 

Estruturalmente, cada CMC é concebida seguindo o programa de necessidades do projeto-padrão federal. A edificação possui pavimento único, com seis blocos em torno de um pátio central coberto: Administração, Delegacia, Tribunal, Atendimento Psicossocial, Ministério Público e Defensoria, e Bloco de Apoio. 

“Desenvolvemos o projeto da Casa da Mulher Cearense no intuito de conceber um espaço ideal para as vítimas de violência nas cidades do Interior, e com isso, prezar pela segurança e privacidade dessas mulheres. Seguimos o padrão do programa federal das CMBs, inclusive já ativo no Ceará, mas adequando às demandas de cada cidade”, detalha a diretora de Projetos de Edificações da SOP, Aline Cordeiro.

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