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Secretário de Finanças de Juazeiro esclarece sobre própria vinculação a auxílio emergencial



Saiu nesta terça-feira (12), uma informação de que o atual secretário de Finanças de Juazeiro do Norte, Paulo André Pedroza de Lima, estaria com o nome figurando a lista dos beneficiários do Auxílio Emergencial, previsto pelo Governo Federal durante a pandemia de Covid-19. A informação foi atestada através do Portal da Transparência, e divulgada pela CBN Cariri. O secretário da pasta emitiu esclarecimentos sobre o caso. 

Segundo as informações, Pedroza não só estaria na lista dos beneficiários do auxílio emergencial, mas também estaria fora dos padrões de inscrição no benefício, sendo ele advogado, empresário e economista, atuando no setor privado em grandes distribuidoras do setor alimentício, locadoras de imóveis e em empresas da construção civil. Ele também foi apontado como economista sênior de um escritório de advocacia com sedes no Ceará e mais dois estados do Nordeste, conforme disse o jornal. 

Conforme veiculadas estas informações, o secretário da pasta se pronunciou sobre o caso, esclarecendo que algumas informações estavam equivocadas e explicando sobre a situação em que estava na época em que solicitou o auxílio. 

“Eu na época que solicitei o auxilio, cumpria todos os pré-requisitos, que são ser maior de idade, não ter um emprego formal, pois eu era profissional liberal, não ser titular de nenhum benefício previdenciário assistencial, que não possuo nada, renda familiar abaixo de três salários mínimos, sendo que eu não tinha rendimento nenhum, e não ter recebido rendimentos de 2018 acima de R$ 28.559,00. Eu exerceria minha função como contribuinte facultativo da previdência, cumprindo todos os pré-requisitos na época”, disse Pedroza. 

Ele também disse que todas as informações vinculadas a eles não eram verídicas, e que atualmente estaria apenas trabalhando na empresa de móveis pertencente ao seu pai. Vítima do novo coronavírus, seu progenitor veio a óbito e o secretário encontra-se na capital cearense, para transferir a empresa do pai para seu nome. 

“Outra informação que saiu estranha, é de que eu participo de um escritório de advocacia com sede em Recife (PE), Fortaleza (CE) e Maceió (AL), sendo que eu não participo. Quem participa é um amigo meu, que vinculou uma imagem minha, e que eu já pedi para retirar. Outra coisa é que nunca trabalhei no serviço público, nunca fiz ou participei do serviço público. As empresas de bebidas e alimentação, já fazem mais de dez anos que sai delas, e as empresas que eu trabalho são de móveis do meu pai, que não são minhas oficialmente. Estou neste exato momento tratando a transferência dessa empresa para mim, devido a morte do meu pai por Covid-19, de fato fiquei muito triste com esta repercussão neste momento delicado”, completa.

(Fonte: Site Badalo)

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