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Bolsonaro critica medidas contra a Covid e pede para que políticos voltem às ruas após a eleição


Durante cerimônia de assinatura de ordens de serviço para obras no Ceará, nesta sexta-feira (26), o presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido) criticou as medidas mais duras adotadas por governadores e prefeitos para frear o avanço da Covid-19 no Brasil. O chefe do executivo nacional não usou máscara em nenhum momento em que esteve em Tianguá. O presidente ainda pediu que políticos eleitos retornem às ruas e militem mesmo após o fim das eleições. “Aos políticos que me criticam, sugiro que façam o que eu faço. Eu tenho um prazer muito grande de estar no meio de vocês”, disparou. 

"Esses que fecham tudo e destroem empregos estão na contramão daquilo que seu povo quer. Não me critiquem, vão para o meio do povo mesmo depois das eleições”, frisou o presidente, se referindo a medidas como lockdown e decretos de isolamento social. O público presente gritou “Queremos trabalhar! Queremos trabalhar!”, durante os discursos. No Ceará, está vigente decreto de "toque de recolher", com restrição de circulação em ruas e vias públicas das 22h às 5h. 

O presidente cumpre agenda, nesta sexta-feira (26), no Ceará. Nesta manhã, ele participou da cerimônia de assinatura da ordem de serviço da Travessia de Tianguá, das Variantes de Frios e Umirim (BR-222/CE) e do Viaduto de Horizonte (BR-166/CE). No período da tarde, ele visita à duplicação da BR-222 e o anel viário de Fortaleza.

Relação com o Ceará 
Bolsonaro iniciou o discurso falando da sua relação com o Ceará, estado que afirmou “ser muito ligado”. “É uma satisfação muito grande estar aqui. Afinal de contas, minha filha de 10 anos tem nas suas veias sangue de cabra-da-peste do Ceará. Meu sogro é de Crateús e estou ligado a esta terra”, compartilhou o chefe do Executivo Nacional. 

Sem máscara 
O presidente Jair Bolsonaro chegou a Tianguá de carro e sem usar a máscara de proteção contra a Covid-19. Ele entrou no Polo de Lazer Regis Diniz, sem usar a proteção e permaneceu assim durante toda a cerimônia. 

União entre os poderes 
O presidente garantiu que ao deixar o governo, entregará um país “muito melhor” do que o que recebeu quando assumiu a Presidência. “Vale lembrar que quando me refiro aos deputados, eu digo que não somos três poderes. Somos dois. Executivo e legislativo trabalham juntos”, pontua. 

"Não há entre nós intrigas, há vontade de trabalhar", disse Bolsonaro a falar da união do executivo com o legislativo. Em fala com tom crítico aos seus opositores, Bolsonaro disparou: “Os ataques acontecem 24 horas por dia. Mas não vão me fazer desistir porque eu sou ‘imbrochável'.

(Fonte: Diário do Nordeste)

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