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Desembargador aceita pedido de habeas corpus para Belo e manda soltar pagodeiro


O desembargador Milton Fernandes de Souza aceitou o pedido de habeas corpus da defesa do pagodeiro Belo e mandou expedir um alvará de soltura, no início da madrugada desta quinta-feira (18). A decisão saiu por volta da 1h20. As informações são do portal G1. O artista foi preso por conta de show realizado no último dia 13, no Complexo da Maré, localizado na Zona Norte do Rio. 

Além de Belo, outras três pessoas são investigadas pela realização do show, ocorrido no dia 13 de fevereiro: Célio Caetano, sócio da produtora Série Gold, responsável pelo show; Henriques Marques, também sócio da produtora; e Jorge Luiz Moura Barbosa, o Alvarenga, chefe do tráfico no Parque União. 

Ele foi preso pela Delegacia de Combate às Drogas (DCOD), da Polícia Civil do Rio de Janeiro, e foi encaminhado para a Polinter, na Zona Norte, na quarta-feira (17). 

Cantor surpreende-se com prisão preventiva 
Em comunicado no Instagram, divulgado nesta quarta-feira (17), o pagodeiro falou sobre o susto com a prisão. “O cantor Belo, sua família e equipe estão surpresos e consternados com o mandado de prisão preventiva cumprido pela Polícia Civil do Rio de Janeiro nesta quarta-feira, 17, no âmbito da investigação sobre a apresentação do músico em evento no último sábado, 13, no Complexo da Maré, Zona Norte da capital fluminense. O show foi legalmente contratado pela produtora Série Gold, conforme comprovam notas fiscais e outros documentos já entregues às autoridades".

O espanto se dá em razão da prisão ter ocorrido mesmo após parecer contrário do Ministério Público (MP) e também da falta de isonomia quando se trata de apresentações artísticas durante a pandemia da Covid-19, pela qual Belo teve a saúde acometida há três meses e a agenda cancelada integralmente há um ano.

A festa 
O show foi realizado numa escola estadual. Por isso, a polícia apura também a invasão ao prédio público. As salas do Ciep 326 — Professor César Pernetta, segundo os agentes, foram usadas como camarotes. A Secretaria estadual de Educação informou que não houve pedido de liberação do pátio e que não autorizou evento de qualquer natureza em suas unidades desde o início da pandemia. 

De acordo com os investigadores, o cantor e os outros investigados responderão por infração de medida sanitária, crime de epidemia, invasão de prédio público e associação criminosa.

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