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Ludhmila Hajjar nega convite do Governo Federal para Ministério da Saúde


A cardiologista Ludhmila Hajjar recusou oficialmente, nesta segunda-feira (15), o convite para o Ministério da Saúde. De acordo com informações da CNN, a decisão foi anunciada em reunião com o presidente Jair Bolsonaro. Ela também se encontrou com o presidente neste domingo (14).

O nome da médica foi um dos cotados para ocupar o lugar do atual ministro, Eduardo Pazuello, que negou estar doente e ter colocado o cargo à disposição. “Não estou doente, não entreguei o meu cargo e o presidente não o pediu, mas entregarei assim que o presidente solicitar”, afirmou por meio da assessoria da Pasta.

Também professora da Universidade de São Paulo (USP), Ludhmila defende o isolamento social e a vacinação em massa da população como linha de postura de combate ao novo coronavírus.

Médica foi atacada por aliados

A cardiologista faz parte de grupo de pesquisadores criticado pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) em abril de 2020. Na época, pesquisadores divulgaram que não era possível afirmar que a cloroquina fizesse diferença no tratamento contra a Covid-19 em conclusões preliminares de pesquisa. As informações são da Folha de S. Paulo.

O deputado filho de Bolsonaro afirmou que o estudo foi feito para “desqualificar a cloroquina” e compartilhou um texto que relacionava os pesquisadores ao Partido dos Trabalhadores (PT). Com isso, os pesquisadores passaram a ser alvo de ataques do chamado “gabinete do ódio” bolsonarista.

Após os ataques, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) chegou a divulgar nota condenando as ações orquestradas nas redes contra os pesquisadores. A pesquisa foi feita por mais de 70 pesquisadores de instituições como a Fiocruz, a Fundação de Medicina Tropical Dr. Heitor Vieira Dourado, a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e a USP.

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