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Ministério da Saúde negocia com a Moderna compra de 13 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19

A previsão é de que, das 13 milhões de doses, 1 milhão seja entregue até o fim de julho, seguido de mais 1 milhão até 31 de agosto e 1 milhão até 31 de setembro. Foto: Shutterstock

O Ministério da Saúde negocia obter 13 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 desenvolvidas pela empresa norte-americana Moderna. O cronograma inicial prevê que, caso o acordo seja firmado, a entrega ocorra ainda neste ano. A possibilidade de aquisição das doses foi discutida em reunião nesta sexta-feira (5) entre integrantes da Saúde e a Promega, que representa a Moderna. 

Após o encontro, a pasta divulgou uma nota em que diz ter intenção de fechar um acordo com a empresa nos próximos dias. "A confirmação dessas informações nos ajuda a ter segurança para acelerarmos a assinatura do contrato", aponta em nota o secretário-executivo do ministério, Elcio Franco, segundo quem a medida entra "praticamente em fase final de negociações".

A previsão é de que, das 13 milhões de doses, 1 milhão seja entregue até o fim de julho, seguido de mais 1 milhão até 31 de agosto e 1 milhão até 31 de setembro. Já entre outubro e dezembro, são previstas 10 milhões de doses, o que ocorreria em diferentes cargas, de acordo com a pasta. 

Cronograma divulgado pelo ministério nesta quinta (4) a senadores aponta ainda possibilidade de oferta de mais 50 milhões de doses até 31 de janeiro de 2022. O total, porém, não foi confirmado pelo ministério. Nos últimos dias, o anúncio de que prefeitos e estados passaram a negociar doses de vacinas fez o Ministério da Saúde tentar acelerar contatos com fabricantes. 

As discussões ocorrem em meio a críticas de demora da pasta para fechar acordos e em um momento em que o país enfrenta nova escalada da epidemia, com relatos de colapso no sistema de saúde em diferentes estados. 

Além da Moderna, o ministério já anunciou ter intenção de adquirir 138 milhões de doses de vacinas da Pfizer e da Janssen. Os contratos, porém, ainda não foram assinados.

(Folhapress)

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