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Centro de Controle de Zoonoses de Juazeiro do Norte conquista regularização completa de funcionamento



Após dez anos de funcionamento, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Juazeiro do Norte conseguiu, pela primeira vez, obter toda a documentação necessária que regulariza a atuação do setor. Entre os documentos, foram obtidos a aprovação da vigilância sanitária, alvará de funcionamento da Prefeitura Municipal, carta de anuência da Secretaria de Meio Ambiente e Serviços Públicos (SEMASP) e licença de operação da Autarquia Municipal de Meio Ambiente (AMAJU).

O CCZ, que tem sua atuação vinculada à Secretaria de Saúde (SESAU), enfrentava várias dificuldades, sobretudo quanto à estrutura física do prédio onde funciona. Ao verificar as condições do local, a gestão municipal realizou reforma completa do espaço, proporcionando melhorias em toda a rede elétrica e hidráulica das instalações, melhorando as condições de alojamento dos canis e do curral, garantindo assim mais segurança tanto para os animais quanto para os profissionais e usuários.

A coordenadora do CCZ, Rose Rodrigues, ressalta que a administração municipal tem dado todo o suporte necessário para o bom funcionamento do setor. “Do momento que assumimos a coordenação e reconhecemos todos os problemas, buscamos a Prefeitura e de pronto fomos atendidos. Hoje, o CCZ além de estar com uma estrutura boa para se trabalhar e de ter melhores condições de proteção para os animais sob a nossa guarda, estamos dentro da legalidade do que pede a justiça”, afirmou a coordenadora.

Para o advogado do CCZ, Jucycler Ferreira, a placa de licença de operação da AMAJU representa a seriedade do trabalho. “Para se conseguir a licença ambiental é necessário que o órgão esteja agindo dentro dos padrões exigidos pela legislação ambiental. Fizemos o plano de gerenciamento de resíduos sólidos e hoje estamos colocando em prática, com coleta adequada do lixo hospitalar e dos cadáveres”, citou. 

Atuação do CCZ
Segundo a coordenadora, o setor está realizando suas ações de acordo com todas as normas descritas em Portaria do Ministério da Saúde, que diz que o CCZ não deve trabalhar como abrigo para animais saudáveis, que não pode intervir em crime ambiental e nem realizar castração de animais, por exemplo.

No local, são mantidos os animais sob vigilância para saber se têm alguma zoonose. Uma vez descartada a suspeita e passados os dias de observação, eles ficam disponíveis para adoção responsável. “Nosso trabalho é de vigilância em zoonoses, é retirar da área pública e receber aqueles animais que colocam em risco diretamente a saúde da população”, ressalta Rose.

No momento, a coordenação do CCZ planeja promover a questão da prevenção de acidentes entre os funcionários, onde serão ofertadas capacitações e palestras sobre o tema. Também será feito o acompanhamento médico e das condições de saúde de todos eles.

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