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Camilo Santana renova decreto e o Cariri permanece em isolamento rígido, sendo uma das regiões mais afetadas do Estado


Nesta sexta-feira (10), o Governador do Estado, Camilo Santana, por meio de live em suas redes sociais, renovou o decreto de isolamento social em todo Estado definindo, também, novos avanços de etapas do plano de economia, que entram em vigor a partir da próxima segunda-feira (13). O Cariri irá permanecer em isolamento rígido por mais uma semana, segundo Camilo. 

O Governador afirma que o Cariri e Centro-Sul são as regiões mais afetadas do Estado, portanto, Juazeiro, Crato, Barbalha, Brejo Santo, Iguatu, Sobral e Tianguá permanecem sem avançar no plano de economia. 

Fortaleza permanece na fase 3, dando início aos jogos do Campeonato Cearense com estádios com portões fechados e com protocolos específicos, tanto na capital, quanto na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). 

As barracas de praia e as agências de viagem também voltarão a funcionar na próxima segunda (13). Além disso, as mudanças que entram em vigor ampliam o horário de funcionamento das padarias de Fortaleza, que poderão abrir a partir das 6h. Até este domingo (12) o horário mais cedo para abertura é às 9h, mas mesmo depois das alterações, o fechamento continua às 16h para esses estabelecimentos. 

Demais cidades da macrorregião de Fortaleza seguem na fase 2 e a Macrorregião do Sertão Central, Litoral Leste seguem na fase 1. A Região Norte parte para fase de transição com a diminuição do número de casos. 

“Estamos dando mais um passo importante na retomada da economia, mas continua o uso obrigatório de máscara. É muito importante que as pessoas mantendo a máscara como medida de prevenção”, alertou Camilo Santana.

(Fonte: Site Badalo)

Um comentário:

  1. Parar os transportes enquanto o comércio e a indústria continuam abertas não é a solução não. Aqui no Crato pessoas que dependem de transporte público estão pagando absurdo em dinheiro para moto táxi e ubers para não serem demitidos enquanto outros perderam seus empregos porque não têm como irem.

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