"Obviamente
o investimento está atrelado à uma obtenção de uma retroárea no Porto do Pecém,
próxima do píer de atracação. O investimento está dependendo da obtenção disso.
A gente quer fazer esse investimento, mas a nossa trava está na indefinição da
área pelo governo", explicou.
Segundo
Gama, as discussões já duram dois anos. "Estamos com recursos alocados. Eu
acredito muito no Estado. É um investimento grande e nós precisamos de 70 mil
metros quadrados (m²) da retroárea. O Estado tem a intenção de desenvolver o
Porto, e o nosso projeto é importante. Já existe uma sinalização do governador
Camilo Santana e hoje nós estamos na dependência dessa área".
Trâmites
com o Estado
Sobre
o assunto, o executivo afirma que o governo estadual ainda não deu um prazo
para a definição do espaço. Entretanto, ele acredita que até o fim deste ano
haja uma decisão. "A gente conta em conseguir receber neste ano
efetivamente a retroárea para que possa iniciar em janeiro de 2019 os
investimentos dessa primeira fase. Nós estamos falando do momento da aprovação
das licenças de um projeto em termos de implantação de 18 meses para o início
das atividades da formuladora. Isso é a primeira fase. Projetando uma fase de
expansão, nós temos três anos subsequentes em razão da demanda",
acrescentou.
Em
nota, o Porto do Pecém informou que "atendeu às demandas da DG Power e da
Mercuria Energy Tranding". "O processo continua seguindo os trâmites
normais", acrescentou sem citar prazos.
(Diário do Nordeste)


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