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| Cidade Estrutural em Brasília. FOTO: Marcello Casal Jr. |
O
levantamento, feito com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios
(Pnad) 2015, mostra que 18 milhões de meninas e meninos, ou seja, 34,3% do
total, são afetados pela pobreza monetária, vivem com menos de R$ 346 per
capita por mês na zona urbana e R$ 269 na zona rural. Desses, 6 milhões, o
equivalente a 11,2%, têm privação apenas de renda. Já os outros 12 milhões, ou
23,1%, além de viverem com renda insuficiente, têm um ou mais direitos negados.
Somam-se
a essas crianças e adolescentes, mais de 14 milhões de meninas e meninos que
não são monetariamente pobres, mas têm um ou mais direitos negados. Juntos, os
dois grupos representam 61% das crianças e adolescentes do país.
"Para
entender a pobreza, é preciso ir além da renda e analisar se meninas e meninos
têm seus direitos fundamentais garantidos", diz a representante do Unicef
no Brasil, Florence Bauer, no estudo.
"Incluir
a privação de direitos como uma das faces da pobreza não é comum nas análises
tradicionais sobre o tema, mas é essencial para dar destaque a problemas graves
que afetam meninas e meninos e colocam em risco seu bem-estar". (Agência Brasil)


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