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| Secretário de Segurança e Pública e Defesa Social do Ceará, André Costa. FOTO: José Leomar |
"Tem
um pequeno grupo de detentos trabalhando pra um grupo criminoso especificamente
e eles estão revoltados, querem o retorno das regalias, querem que volte a ter
visita íntima, querem que volte a ter tomada em cela. Por conta disso, eles
estão incomodados, estão fazendo essas ações nas ruas, pessoas ligadas a eles.
Essa é a motivação."
Ainda
conforme o secretário, o governo não vai recuar e vai manter o corte das
"regalias". "O já determinado pelo governador Camilo Santana é
que tudo que foi determinado dentro e fora dos presídios, não vamos recuar um
milímetro sequer, não vamos voltar atrás, eles [criminosos que realizam os
ataques] estão perdendo tempo, não adianta nada o que eles estão fazendo, não
vai servir de nada no momento", concluiu André Costa.
O
secretário acrescentou ainda que solicitou apoio da Força Nacional para ajudar
no combate à onda de ataques que ocorre no Ceará desde a noite de sexta-feira
(20). Em janeiro deste ano, quando o Ceará sofreu uma sequência de crimes
similares, o ministro da Justiça, Sérgio
Moro, havia enviado tropas ao estado.
Pelo
menos 31
veículos foram parcial ou totalmente destruídos com chamas e material explosivo.
Os ataques também atingiram prédios públicos e uma torre de comunicação.
Quatro
pessoas se feriram nos crimes, incluindo um homem preso suspeito de atear fogo
a veículos. Até a noite de segunda-feira (23), o Governo do Estado divulgou
nesta terça que 15 suspeitos foram detidos, incluindo cinco adolescentes. (G1 CE)


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