![]() |
| FOTO: Valter Campanato |
Segundo
o estudo, a taxa de sobrevivência das companhias, ou seja, que permaneceram
abertas após pelo menos um ano, ficou em 84,8%.
O
levantamento considera somente as entidades empresariais, excluindo todos os
órgãos públicos, empresas públicas, entidades sem fins lucrativos,
Microempreendedor Individual (MEI) e Organização Social (OS).
Segundo
a técnica da Coordenação de Cadastro e Classificações do IBGE Denise Guichard
Freire, os dados apontam para um menor dinamismo no mercado.
“Nos últimos anos, se observa que as empresas têm entrado cada vez menos no mercado, isso reflete, sim, um menor dinamismo, mas também tem saído muita empresa, então com isso tem aumentado a taxa de sobrevivência dentro das companhias ativas”, disse.
“Nos últimos anos, se observa que as empresas têm entrado cada vez menos no mercado, isso reflete, sim, um menor dinamismo, mas também tem saído muita empresa, então com isso tem aumentado a taxa de sobrevivência dentro das companhias ativas”, disse.
Saldo
negativo
A
taxa de entrada no mercado ficou em 15,2% e a de saída em 15,7%, gerando um
saldo negativo de 22,9 mil empresas no mercado, o que representa um decréscimo
de 0,5% no número de empresas em atividade no país. Denise ressalta que o
movimento não é uniforme no país todo.
“Em 2016, por exemplo, você tinha uma taxa de entrada inferior à de saída em todo o país, em todas as regiões. Mas, em 2017 a gente observa que, nas regiões Centro-Oeste e Norte, você já tem unidades da federação em que o movimento de entrada é superior ao de saída. No Nordeste já está empatando. Então, a gente observa que a economia ainda estava um pouco fraca em 2017, mas já estava começando a recuperar um pouco o fôlego”, argumenta.
Enquanto o Sul e o Sudeste registraram as maiores taxas de sobrevivência - 86,6% e 85% -, as maiores taxas de entrada e saída foram nas regiões Norte (19% e 18,8%), Centro-Oeste (17,2% e 16,4%) e no Nordeste (16,9% para ambas).
“Em 2016, por exemplo, você tinha uma taxa de entrada inferior à de saída em todo o país, em todas as regiões. Mas, em 2017 a gente observa que, nas regiões Centro-Oeste e Norte, você já tem unidades da federação em que o movimento de entrada é superior ao de saída. No Nordeste já está empatando. Então, a gente observa que a economia ainda estava um pouco fraca em 2017, mas já estava começando a recuperar um pouco o fôlego”, argumenta.
Enquanto o Sul e o Sudeste registraram as maiores taxas de sobrevivência - 86,6% e 85% -, as maiores taxas de entrada e saída foram nas regiões Norte (19% e 18,8%), Centro-Oeste (17,2% e 16,4%) e no Nordeste (16,9% para ambas).
Permanência
no mercado
Menos
da metade das empresas abertas no Brasil na última década sobreviveram por mais
de cinco anos. A pesquisa Demografia das Empresas começou a ser feita em 2008
e, desde então, o melhor ano em termos de nascimento de empresa que se
mantiveram por mais de cinco anos foi 2008, com 47,8% das companhias abertas
naquele ano permanecendo por mais tempo. (Agência Brasil)


Postar um comentário